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Referência

Esta seção da documentação do Kubernetes contém referências.

Referência da API

Biblioteca de clientes da API

Para chamar a API Kubernetes de uma linguagem de programação, você pode usar bibliotecas de clientes. Bibliotecas oficialmente suportadas:

Referência da CLI

  • kubectl - Ferramenta CLI principal para executar comandos e gerenciar clusters do Kubernetes.
  • kubeadm - Ferramenta CLI para provisionar facilmente um cluster Kubernetes seguro.

Referência de configuração

  • kubelet - O principal agente do nó que é executado em cada nó. O kubelet usa um conjunto de PodSpecs e garante que os contêineres descritos estejam funcionando e saudáveis.
  • kube-apiserver - API REST que valida e configura dados para objetos de API, como pods, serviços, controladores de replicação.
  • kube-controller-manager - Daemon que incorpora os principais loops de controle enviados com o Kubernetes.
  • kube-proxy - É possível fazer o encaminhamento de fluxo TCP/UDP de forma simples ou utilizando o algoritimo de Round Robin encaminhando através de um conjunto de back-ends.
  • kube-scheduler - Agendador que gerencia disponibilidade, desempenho e capacidade.

Documentos de design

Um arquivo dos documentos de design para as funcionalidades do Kubernetes. Bons pontos de partida são Arquitetura Kubernetes e Visão geral do design do Kubernetes.

1 - Glossário

2 - Autenticação

Essa página demonstra uma visão geral sobre autenticação

Usuários no Kubernetes

Todos os clusters Kubernetes possuem duas categorias de usuários: contas de serviço gerenciadas pelo Kubernetes e usuários normais.

Assume-se que um serviço independente do cluster gerencia usuários normais das seguintes formas:

  • Um administrador distribuindo chaves privadas
  • Uma base de usuários como Keystone

    Keystone é o serviço de identidade usado pelo OpenStack para autenticação (authN) e autorização de alto nível (authZ). Atualmente, ele oferece suporte a authN com base em token e autorização de serviço do usuário. Recentemente, foi reprojetado para permitir a expansão para oferecer suporte a serviços externos de proxy e mecanismos AuthN / AuthZ, como oAuth, SAML e openID em versões futuras.

    ou Google Accounts
  • Um arquivo com uma lista de nomes de usuários e senhas

Neste quesito, Kubernetes não possui objetos que possam representar as contas de um usuário normal. Usuários normais não podem ser adicionados ao cluster através de uma chamada para a API.

Apesar de um usuário normal não poder ser adicionado através de uma chamada para a API, qualquer usuário que apresente um certificado válido e assinado pela autoridade de certificados (CA) do cluster é considerado autenticado. Nesta configuração, Kubernetes determina o nome do usuário baseado no campo de nome comum no sujeito (subject) do certificado (por exemplo: "/CN=bob"). A partir daí, o subsistema de controle de acesso baseado em função (RBAC) determina se o usuário é autorizado a realizar uma operação específica sobre o recurso. Para mais detalhes, veja a referência sobre o tópico de usuários normais dentro de requisição de certificado.

Em contraste a usuários normais, contas de serviço são considerados usuários gerenciados pela API do Kubernetes. Elas estão vinculadas à namespaces específicas e criadas automaticamente pelo servidor de API ou manualmente através de chamadas da API. Contas de serviço estão ligadas a um conjunto de credenciais armazenados como Secrets, aos quais são montados dentro dos pods assim permitindo que processos internos ao cluster comuniquem-se com a API do Kubernetes.

Requisições para a API estão ligadas a um usuário normal, conta de serviço ou serão tratadas como requisições anônimas. Isto significa que cada processo dentro ou fora do cluster, desde um usuário humano utilizando o kubectl de uma estação de trabalho, a kubelets rodando nos nós, a membros da camada de gerenciamento (s/painel de controle) devem autenticar-se ao realizarem suas requisições para o servidor API ou serão tratados como usuário anônimo.

Estratégias de autenticação

Kubernetes usa certificados de clientes, bearer Token, um proxy realizando autenticação, ou uma autenticação básica HTTP para autenticar requisições para o servidor de API através de plugins. Como requisições HTTP são feitas no servidor de API, plugins tentam associar os seguintes atributos junto a requisição:

  • Username

    Um nome de usuário é um nome que identifica exclusivamente alguém em um sistema de computador. Por exemplo, um computador pode ser configurado com várias contas, com nomes de usuário diferentes para cada conta. Muitos sites permitem que os usuários escolham um nome de usuário para que possam personalizar suas configurações ou configurar uma conta online. Por exemplo, seu banco pode permitir que você escolha um nome de usuário para acessar suas informações bancárias. Você pode precisar escolher um nome de usuário para postar mensagens em um determinado quadro de mensagens na web. Os serviços de e-mail, como o Hotmail, exigem que os usuários escolham um nome de usuário para usar o serviço.

    Um nome de usuário geralmente é pareado com uma senha. Essa combinação de nome de usuário / senha é conhecida como login e geralmente é necessária para que os usuários façam login em sites. Por exemplo, para acessar seu e-mail pela Web, é necessário inserir seu nome de usuário e senha. Depois de fazer o login, seu nome de usuário pode aparecer na tela, mas sua senha é mantida em segredo. Ao manter sua senha privada, as pessoas podem criar contas seguras para vários sites. A maioria dos nomes de usuário pode conter letras e números, mas não espaços. Quando você escolhe um nome de usuário para uma conta de e-mail, a parte antes de "@" é o seu nome de usuário.

    : um valor (String) que identifica o usuário final. Valores comuns podem ser kube-admin ou jane@example.com
  • UID

    Uma string gerada pelos sistemas do Kubernetes para identificar objetos de forma única.

    Cada objeto criado durante todo o ciclo de vida do cluster do Kubernetes possui um UID distinto. O objetivo deste identificador é distinguir ocorrências históricas de entidades semelhantes.

    : um valor (String) que identifica o usuário final e tenta ser mais consistente e único do que username.
  • Groups: Um conjunto de valores em que cada item indica a associação de um usuário à uma coleção lógica de usuários. Valores comuns podem ser system:masters ou devops-team.
  • Campos extras: um mapa que pode conter uma lista de atributos que armazena informações adicionais em que autorizadores podem achar útil.

Todos os valores são transparentes para o sistema de autenticação e somente trazem significado quando interpretados por um autorizador.

É possível habilitar múltiplos métodos de autenticação. Deve-se normalmente usar pelo menos dois métodos:

  • Tokens para contas de serviço;
  • Pelo menos um outro método de autenticação para usuários.

Quando múltiplos módulos de autenticação estão habilitados, o primeiro módulo a autenticar com sucesso uma requisição termina, o fluxo de avaliação da mesma.

O servidor de API não garante a ordem em que os autenticadores são processados.

O grupo system:authenticated é incluído na lista de grupos de todos os usuários autenticados.

Integrações com outros protocolos de autenticação, como LDAP

Abreviatura para "Lightweight Directory Access Protocol". Se você deseja disponibilizar informações de diretório na Internet, esta é a maneira de fazê-lo. O LDAP é uma versão simplificada de um padrão de diretório anterior denominado X.500. O que torna o LDAP tão útil é que ele funciona muito bem em redes TCP / IP (ao contrário do X.500), de modo que as informações podem ser acessadas por meio do LDAP por qualquer pessoa com uma conexão à Internet. Também é um protocolo aberto, o que significa que os diretórios podem ser armazenados em qualquer tipo de máquina (por exemplo, Windows 2000, Red Hat Linux, Mac OS X).

Para dar uma ideia de como um diretório LDAP é organizado, aqui estão os diferentes níveis de uma hierarquia de árvore LDAP simples:

O diretório raiz Países Organizações Divisões, departamentos, etc. Indivíduos Recursos individuais, como arquivos e impressoras. A maior parte da conectividade LDAP é feita nos bastidores, então o usuário típico provavelmente não notará ao navegar na web. No entanto, é uma boa tecnologia para se conhecer. Se nada mais, é outro termo para impressionar seus pais.

, SAML

SAML significa Linguagem de Marcação para Asserção de Segurança. É um padrão aberto baseado em XML para transferência de dados de identidade entre duas partes: um provedor de identidade (IdP) e um provedor de serviços (SP).

Provedor de identidade - executa autenticação e passa a identidade do usuário e o nível de autorização para o provedor de serviços.

Provedor de serviços - confia no provedor de identidade e autoriza o usuário fornecido a acessar o recurso solicitado.

A autenticação de logon único SAML normalmente envolve um provedor de serviços e um provedor de identidade. O fluxo do processo geralmente envolve os estágios de estabelecimento de confiança e fluxo de autenticação.

Considere este exemplo:

Nosso provedor de identidade é Auth0 Nosso provedor de serviços é um serviço fictício, Zagadat Nota: O provedor de identidade pode ser qualquer plataforma de gerenciamento de identidade.

Agora, um usuário está tentando obter acesso ao Zagadat usando a autenticação SAML.

Este é o fluxo do processo:

O usuário tenta fazer login no Zagadat a partir de um navegador. O Zagadat responde gerando uma solicitação SAML.

, Kerberos

Kerberos é um protocolo de rede que usa criptografia de chave secreta para autenticar aplicativos cliente-servidor. O Kerberos solicita um tíquete criptografado por meio de uma sequência de servidor autenticada para usar os serviços.

Kerberos foi desenvolvido pelo Project Athena - um projeto conjunto entre o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Digital Equipment Corporation e IBM que funcionou entre 1983 e 1991.

Um servidor de autenticação usa um tíquete Kerberos para conceder acesso ao servidor e, em seguida, cria uma chave de sessão com base na senha do solicitante e outro valor aleatório. O tíquete de concessão de tíquete (TGT) é enviado ao servidor de concessão de tíquete (TGS), que é necessário para usar o mesmo servidor de autenticação.

O solicitante recebe uma chave TGS criptografada com um registro de data e hora e um tíquete de serviço, que é retornado ao solicitante e descriptografado. O solicitante envia ao TGS essas informações e encaminha a chave criptografada ao servidor para obter o serviço desejado. Se todas as ações forem tratadas corretamente, o servidor aceita o tíquete e realiza o atendimento ao usuário desejado, que deve descriptografar a chave, verificar a data e hora e entrar em contato com o centro de distribuição para obter as chaves de sessão. Essa chave de sessão é enviada ao solicitante, que descriptografa o tíquete.

Se as chaves e o carimbo de data / hora forem válidos, a comunicação cliente-servidor continuará. O tíquete TGS tem carimbo de data / hora, o que permite solicitações simultâneas dentro do período de tempo alocado.

, alternate x509 schemes

X.509 é um formato padrão para certificados de chave pública, documentos digitais que associam com segurança pares de chaves criptográficas a identidades como sites, indivíduos ou organizações.

Introduzido pela primeira vez em 1988 junto com os padrões X.500 para serviços de diretório eletrônico, o X.509 foi adaptado para uso na Internet pelo grupo de trabalho Public-Key Infrastructure (X.509) (PKIX) da IETF. O RFC 5280 define o perfil do certificado X.509 v3, a lista de revogação de certificado X.509 v2 (CRL) e descreve um algoritmo para a validação do caminho do certificado X.509.

As aplicações comuns de certificados X.509 incluem:

- SSL / TLS e HTTPS para navegação na web autenticada e criptografada
- E-mail assinado e criptografado por meio do protocolo S / MIME
- Assinatura de código
- Assinatura de documento
- Autenticação de cliente
- Identificação eletrônica emitida pelo governo
, etc, podem ser alcançadas utilizando-se de um proxy ou webhook de autenticação.

Certificados de cliente X509

Autenticação via certificados de cliente pode ser habilitada ao passar a opção --client-ca-file=ARQUIVO para o servidor de API. O arquivo referenciado deve conter um ou mais autoridades de certificação usadas para validar o certificado de cliente passado para o servidor de API. Se o certificado de cliente é apresentado e verificado, o common name

O nome comum é normalmente composto de Host + Nome de domínio e será semelhante a www.seusite.com ou seusite.com. Os certificados de servidor SSL são específicos para o nome comum para o qual foram emitidos no nível do host.

O nome comum deve ser igual ao endereço da Web que você acessará ao se conectar a um site seguro. Por exemplo, um certificado de servidor SSL para o domínio domínio.com receberá um aviso do navegador se o acesso a um site chamado www.domain.com ou secure.domain.com, pois www.domain.com e secure.domain.com são diferentes de dominio.com. Você precisaria criar um CSR para o nome comum correto.

do sujeito é usado como o nome de usuário para a requisição. A partir da versão 1.4, certificados de cliente podem também indicar o pertencimento de um usuário a um grupo utilizando o campo de organização do certificado. Para incluir múltiplos grupos para o usuário, deve-se incluir múltiplos campos de organização no certificado.

Por exemplo, utilizando o comando de linha openssl para gerar uma requisição de assinatura de certificado:

openssl req -new -key jbeda.pem -out jbeda-csr.pem -subj "/CN=jbeda/O=app1/O=app2"

Isto criaria um arquivo de tipo CSR (requisição de assinatura de certificado) para o usuário "jbeda" pertencendo a dois grupos: "app1" e "app2".

Veja como gerar um certificado de cliente em Gerenciando Certificados

Arquivo estático de Token

O servidor de API lê bearer tokens de um arquivo quando recebe uma requisição contendo a opção --token-auth-file=ARQUIVO via linha de comando. Atualmente, tokens têm duração indefinida, e a lista de tokens não pode ser modificada sem reiniciar o servidor de API.

O arquivo de token é do tipo CSV contendo no mínimo 3 colunas: token, nome de usuário, identificador de usuário (uid), seguido pelos nomes de grupos (opcional).

Adicionando um bearer token em uma requisição

Quando utilizando-se de bearer token para autenticação de um cliente HTTP, o servidor de API espera um cabeçalho Authorization com um valor Bearer TOKEN. O token deve ser uma sequência de caracteres que pode ser colocada como valor em um cabeçalho HTTP não utilizando-se mais do que as facilidades de codificação e citação de HTTP. Por exemplo, se o valor de um token é 31ada4fd-adec-460c-809a-9e56ceb75269 então iria aparecer dentro de um cabeçalho HTTP como:

Authorization: Bearer 31ada4fd-adec-460c-809a-9e56ceb75269

Tokens de inicialização

FEATURE STATE: Kubernetes v1.18 [stable]

Para permitir a inicialização simplificada para novos clusters, Kubernetes inclui um token dinamicamente gerenciado denominado Bootstrap Token. Estes tokens são armazenados como Secrets dentro do namespace kube-system, onde eles podem ser dinamicamente criados e gerenciados. O componente Gerenciador de Controle (Controller Manager) possui um controlador "TokenCleaner" que apaga os tokens de inicialização expirados.

Os tokens seguem o formato [a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}. O primeiro componente é um identificador do token e o segundo é o segredo. Você pode especificar o token como um cabeçalho HTTP como:

Authorization: Bearer 781292.db7bc3a58fc5f07e

Deve-se habilitar os tokens de inicialização com a opção --enable-bootstrap-token-auth no servidor de API. Deve-se habilitar o controlador TokenCleaner através da opção --controllers no Gerenciador de Controle. Isso é feito, por exemplo, como: --controllers=*,tokencleaner. O kubeadm, por exemplo, irá realizar isso caso seja utilizado para a inicialização do cluster.

O autenticador o autentica como system:bootstrap:<Token ID> e é incluído no grupo system:bootstrappers. O nome e grupo são intencionalmente limitados para desencorajar usuários a usarem estes tokens após inicialização. Os nomes de usuários e grupos podem ser utilizados (e são utilizados pelo kubeadm) para elaborar as políticas de autorização para suportar a inicialização de um cluster.

Por favor veja Bootstrap Tokens para documentação detalhada sobre o autenticador e controladores de Token de inicialização, bem como gerenciar estes tokens com kubeadm.

Tokens de Contas de serviço

Uma conta de serviço é um autenticador habilitado automaticamente que usa bearer tokens para verificar as requisições. O plugin aceita dois parâmetros opcionais:

  • --service-account-key-file Um arquivo contendo uma chave codificada no formato PEM para assinar bearer tokens. Se não especificado, a chave privada de TLS no servidor de API será utilizada
  • --service-account-lookup Se habilitado, tokens deletados do servidor de API serão revogados.

Contas de serviço são normalmente criadas automaticamente pelo servidor de API e associada a pods rodando no cluster através do controlador de admissão Admission Controller de ServiceAccount. Os tokens de contas de serviços são montados nos Pods, em localizações já pré definidas e conhecidas e permitem processos dentro do cluster a se comunicarem com o servidor de API. Contas podem ser explicitamente associadas com pods utilizando o campo serviceAccountName na especificação do pod (PodSpec):

apiVersion: apps/v1 
kind: Deployment
metadata:
 name: nginx-deployment
 namespace: default
spec:
 replicas: 3
 template:
   metadata:
   # ...
   spec:
     serviceAccountName: bob-the-bot
     containers:
     - name: nginx
       image: nginx:1.14.2

Os tokens de contas de serviço são perfeitamente válidos para ser usados fora do cluster e podem ser utilizados para criar identidades para processos de longa duração que desejem comunicar-se com a API do Kubernetes. Para criar manualmente uma conta de serviço, utilize-se simplesmente o comando kubectl create serviceaccount (NOME). Isso cria uma conta de serviço e um segredo associado a ela no namespace atual.

kubectl create serviceaccount jenkins
serviceaccount "jenkins" created

Verificando um segredo associado:

kubectl get serviceaccounts jenkins -o yaml
apiVersion: v1
kind: ServiceAccount
metadata:
 # ...
secrets:
- name: jenkins-token-1yvwg

O segredo criado irá armazenar a autoridade de certificado do servidor de API e um JSON Web Token (JWT) digitalmente assinado.

kubectl get secret jenkins-token-1yvwg -o yaml
apiVersion: v1
data:
 ca.crt: (APISERVER'S CA BASE64 ENCODED)
 namespace: ZGVmYXVsdA==
 token: (BEARER TOKEN BASE64 ENCODED)
kind: Secret
metadata:
 # ...
type: kubernetes.io/service-account-token

O JWT assinado pode ser usado como um bearer token para autenticar-se como a conta de serviço. Veja acima como o token pode ser incluído em uma requisição. Normalmente esses segredos são montados no pod para um acesso interno ao cluster ao servidor de API, porém pode ser utilizado fora do cluster também.

Contas de serviço são autenticadas com o nome de usuário system:serviceaccount:(NAMESPACE):(SERVICEACCOUNT) e são atribuídas aos grupos system:serviceaccounts e system:serviceaccounts:(NAMESPACE).

AVISO: porque os tokens das contas de serviço são armazenados em segredos, qualquer usuário com acesso de leitura a esses segredos podem autenticar-se como a conta de serviço. Tome cuidado quando conceder permissões a contas de serviços e capacidade de leitura de segredos.

Tokens OpenID Connect

OpenID Connect é uma variação do framework de autorização OAuth2 que suporta provedores como Azure Active Directory, Salesforce, e Google. A principal extensão do OAuth2 é um campo adicional de token de acesso chamado ID Token. Este token é um tipo de JSON Web Token (JWT) com campos bem definidos, como usuário, e-mail e é assinado pelo servidor de autorização.

Para identificar o usuário, o autenticador usa o id_token (e não access_token) do bearer token da resposta de autorização do OAuth2 token response. Veja acima como incluir um token em uma requisição.

sequenceDiagram participant usuário as Usuário participant IDP as Provedor
de Identidade participant kube as Kubectl participant API as API Server usuário ->> IDP: 1. Realizar Login no IdP activate IDP IDP -->> usuário: 2. Fornece access_token,
id_token, e refresh_token deactivate IDP activate usuário usuário ->> kube: 3. Entrar Kubectl
com --token sendo id_token
ou adiciona tokens no arquivo .kube/config deactivate usuário activate kube kube ->> API: 4. Emite requisição incluindo o cabeçalho HTTP Authorization: Bearer... deactivate kube activate API API ->> API: 5. O token do tipo JWT possui assinatura válida ? API ->> API: 6. O token está expirado ? (iat+exp) API ->> API: 7. Usuário autorizado ? API -->> kube: 8. Autorizado: Realiza
ação e retorna resultado deactivate API activate kube kube --x usuário: 9. Retorna resultado deactivate kube
  1. Login no seu provedor de identidade.
  2. Seu provedor de identidade ira fornecer um access_token, id_token e um refresh_token.
  3. Quando utilizando kubectl, utilize do seu id_token com a opção --token ou adicione o token diretamente no seu arquivo de configuração kubeconfig.
  4. kubectl envia o seu id_token em um cabeçalho HTTP chamado Authorization para o servidor de API.
  5. O servidor de API irá garantir que a assinatura do token JWT é válida, verificando-o em relação ao certificado mencionado na configuração.
  6. Verificação para garantir que oid_token não esteja expirado.
  7. Garantir que o usuário é autorizado.
  8. Uma vez autorizado o servidor de API retorna a resposta para o kubectl.
  9. kubectl fornece retorno ao usuário.

Uma vez que todos os dados necessários para determinar sua identidade encontram-se no id_token, Kubernetes não precisa realizar outra chamada para o provedor de identidade. Em um modelo onde cada requisição não possui estado, isso fornece uma solução escalável para autenticação. Isso, porem, apresenta alguns desafios:

  1. Kubernetes não possui uma "interface web" para disparar o processo de autenticação. Não há browser ou interface para coletar credenciais que são necessárias para autenticar-se primeiro no seu provedor de identidade.
  2. O id_token não pode ser revogado, funcionando como um certificado, portanto deve possuir curta validade (somente alguns minutos) o que pode tornar a experiência um pouco desconfortável, fazendo com que se requisite um novo token toda vez em um curto intervalo (poucos minutos de validade do token)
  3. Para autenticar-se ao dashboard Kubernetes, você deve executar o comando kubectl proxy ou um proxy reverso que consiga injetar o id_token.

Configurando o Servidor de API

Para habilitar o plugin de autorização, configure as seguintes opções no servidor de API:

ParâmetroDescriçãoExemploObrigatório
--oidc-issuer-urlURL do provedor que permite ao servidor de API descobrir chaves públicas de assinatura. Somente URLs que usam o esquema https:// são aceitas. Isto normalmente é o endereço de descoberta do provedor sem o caminho, por exemplo "https://accounts.google.com" ou "https://login.salesforce.com". Esta URL deve apontar para o nível abaixo do caminho .well-known/openid-configurationSe o valor da URL de descoberta é https://accounts.google.com/.well-known/openid-configuration, entao o valor deve ser https://accounts.google.comSim
--oidc-client-idIdentificador do cliente para o qual todos os tokens são gerados.kubernetesSim
--oidc-username-claimAtributo do JWT a ser usado como nome de usuário. Por padrão o valor sub, o qual é esperado que seja um identificador único do usuário final. Administradores podem escolher outro atributo, como email ou name, dependendo de seu provedor de identidade. No entanto, outros atributos além de email serão prefixados com a URL do emissor issuer URL para prevenir conflitos de nome com outros plugins.subNão
--oidc-username-prefixPrefixos adicionados ao atributo de nome de usuário para prevenir conflitos de nomes existentes (como por exemplo usuários system:). Por exemplo, o valor oidc: irá criar usuários como oidc:jane.doe. Se esta opção não for fornecida --oidc-username-claim e um valor diferente de email irá conter um prefixo padrão com o valor de ( Issuer URL )# onde ( Issuer URL ) era o valor da opção --oidc-issuer-url. O valor - pode ser utilizado para desabilitar todos os prefixos.oidc:Não
--oidc-groups-claimAtributo do JWT a ser utilizado para mapear os grupos dos usuários. Se o atributo está presente, ele deve ser do tipo vetor de Strings.groupsNão
--oidc-groups-prefixPrefixo adicionados ao atributo de grupo para prevenir conflitos de nomes existentes (como por exemplo system: grupos). Por exemplo, o valor oidc: irá criar nomes de grupos como oidc:engineering e oidc:infra.oidc:Não
--oidc-required-claimUm par de chave=valor que descreve atributos obrigatórios no ID Token. Se configurado, a presença do atributo é verificado dentro do ID Token com um valor relacionado. Repita esta opção para configurar múltiplos atributos obrigatórios.claim=valueNão
--oidc-ca-fileO caminho para o arquivo de certificado da autoridade de certificados (CA) que assinou o certificado do provedor de identidades./etc/kubernetes/ssl/kc-ca.pemNão

É importante ressaltar que o servidor de API não é um cliente Oauth2, ao contrário, ele só pode ser configurado para confiar em um emissor. Isso permite o uso de emissores públicos, como Google, sem confiar em credenciais emitidas por terceiros. Administradores que desejam utilizar-se de múltiplos clientes OAuth2 devem explorar provedores os quais suportam atributos azp (parte autorizada), que é um mecanismo para permitir um cliente a emitir tokens em nome de outro.

Kubernetes não oferece um provedor de identidade OpenID Connect. Pode-se utilizar provedores públicos existentes como Google ou outros. Ou, pode-se rodar o próprio provedor de identidade no cluster, como dex, Keycloak, CloudFoundry UAA, ou Tremolo Security's OpenUnison.

Para um provedor de identidades funcionar no Kubernetes, ele deve:

  1. Suportar o framework OpenID connect discovery; Nem todos suportam.
  2. Executar TLS com cifras criptográficas não obsoletos.
  3. Possuir certificados assinados por uma Autoridade certificadora (mesmo que o CA não seja comercial ou seja auto-assinado)

Uma nota sobre o requisito #3 acima. Se você instalar o seu próprio provedor de identidades (ao invés de utilizar um provedor como Google ou Microsoft) você DEVE ter o certificado web do seu provedor de identidades assinado por um certificado contendo a opção CA configurada para TRUE, mesmo que seja um certificado auto assinado. Isso deve-se a implementação do cliente TLS em Golang que é bastante restrito quanto aos padrões em torno da validação de certificados. Se você não possui um CA em fácil alcance, você pode usar este script criado pelo time Dex para criar um simples CA, um par de chaves e certificado assinados. Ou você pode usar este script similar o qual gera certificados SHA256 com uma vida mais longa e tamanho maior de chave.

Instruções de configuração para sistemas específicos podem ser encontrados em:

Utilizando kubectl

Opção 1 - Autenticador OIDC

A primeira opção é utilizar-se do autenticador oidc do kubectl, o qual define o valor do id_token como um bearer token para todas as requisições e irá atualizar o token quando o mesmo expirar. Após você efetuar o login no seu provedor, utilize o kubectl para adicionar os seus id_token, refresh_token, client_id, e client_secret para configurar o plugin.

Provedores os quais não retornem um id_token como parte da sua resposta de refresh token não são suportados por este plugin e devem utilizar a opção 2 abaixo.

kubectl config set-credentials USER_NAME \
  --auth-provider=oidc \
  --auth-provider-arg=idp-issuer-url=( issuer url ) \
  --auth-provider-arg=client-id=( your client id ) \
  --auth-provider-arg=client-secret=( your client secret ) \
  --auth-provider-arg=refresh-token=( your refresh token ) \
  --auth-provider-arg=idp-certificate-authority=( path to your ca certificate ) \
  --auth-provider-arg=id-token=( your id_token )

Um exemplo, executando o comando abaixo após autenticar-se no seu provedor de identidades:

kubectl config set-credentials mmosley  \
       --auth-provider=oidc  \
       --auth-provider-arg=idp-issuer-url=https://oidcidp.tremolo.lan:8443/auth/idp/OidcIdP  \
       --auth-provider-arg=client-id=kubernetes  \
       --auth-provider-arg=client-secret=1db158f6-177d-4d9c-8a8b-d36869918ec5  \
       --auth-provider-arg=refresh-token=q1bKLFOyUiosTfawzA93TzZIDzH2TNa2SMm0zEiPKTUwME6BkEo6Sql5yUWVBSWpKUGphaWpxSVAfekBOZbBhaEW+VlFUeVRGcluyVF5JT4+haZmPsluFoFu5XkpXk5BXqHega4GAXlF+ma+vmYpFcHe5eZR+slBFpZKtQA= \
       --auth-provider-arg=idp-certificate-authority=/root/ca.pem \
       --auth-provider-arg=id-token=eyJraWQiOiJDTj1vaWRjaWRwLnRyZW1vbG8ubGFuLCBPVT1EZW1vLCBPPVRybWVvbG8gU2VjdXJpdHksIEw9QXJsaW5ndG9uLCBTVD1WaXJnaW5pYSwgQz1VUy1DTj1rdWJlLWNhLTEyMDIxNDc5MjEwMzYwNzMyMTUyIiwiYWxnIjoiUlMyNTYifQ.eyJpc3MiOiJodHRwczovL29pZGNpZHAudHJlbW9sby5sYW46ODQ0My9hdXRoL2lkcC9PaWRjSWRQIiwiYXVkIjoia3ViZXJuZXRlcyIsImV4cCI6MTQ4MzU0OTUxMSwianRpIjoiMm96US15TXdFcHV4WDlHZUhQdy1hZyIsImlhdCI6MTQ4MzU0OTQ1MSwibmJmIjoxNDgzNTQ5MzMxLCJzdWIiOiI0YWViMzdiYS1iNjQ1LTQ4ZmQtYWIzMC0xYTAxZWU0MWUyMTgifQ.w6p4J_6qQ1HzTG9nrEOrubxIMb9K5hzcMPxc9IxPx2K4xO9l-oFiUw93daH3m5pluP6K7eOE6txBuRVfEcpJSwlelsOsW8gb8VJcnzMS9EnZpeA0tW_p-mnkFc3VcfyXuhe5R3G7aa5d8uHv70yJ9Y3-UhjiN9EhpMdfPAoEB9fYKKkJRzF7utTTIPGrSaSU6d2pcpfYKaxIwePzEkT4DfcQthoZdy9ucNvvLoi1DIC-UocFD8HLs8LYKEqSxQvOcvnThbObJ9af71EwmuE21fO5KzMW20KtAeget1gnldOosPtz1G5EwvaQ401-RPQzPGMVBld0_zMCAwZttJ4knw

O qual irá produzir a configuração abaixo:

users:
- name: mmosley
 user:
   auth-provider:
     config:
       client-id: kubernetes
       client-secret: 1db158f6-177d-4d9c-8a8b-d36869918ec5
       id-token: eyJraWQiOiJDTj1vaWRjaWRwLnRyZW1vbG8ubGFuLCBPVT1EZW1vLCBPPVRybWVvbG8gU2VjdXJpdHksIEw9QXJsaW5ndG9uLCBTVD1WaXJnaW5pYSwgQz1VUy1DTj1rdWJlLWNhLTEyMDIxNDc5MjEwMzYwNzMyMTUyIiwiYWxnIjoiUlMyNTYifQ.eyJpc3MiOiJodHRwczovL29pZGNpZHAudHJlbW9sby5sYW46ODQ0My9hdXRoL2lkcC9PaWRjSWRQIiwiYXVkIjoia3ViZXJuZXRlcyIsImV4cCI6MTQ4MzU0OTUxMSwianRpIjoiMm96US15TXdFcHV4WDlHZUhQdy1hZyIsImlhdCI6MTQ4MzU0OTQ1MSwibmJmIjoxNDgzNTQ5MzMxLCJzdWIiOiI0YWViMzdiYS1iNjQ1LTQ4ZmQtYWIzMC0xYTAxZWU0MWUyMTgifQ.w6p4J_6qQ1HzTG9nrEOrubxIMb9K5hzcMPxc9IxPx2K4xO9l-oFiUw93daH3m5pluP6K7eOE6txBuRVfEcpJSwlelsOsW8gb8VJcnzMS9EnZpeA0tW_p-mnkFc3VcfyXuhe5R3G7aa5d8uHv70yJ9Y3-UhjiN9EhpMdfPAoEB9fYKKkJRzF7utTTIPGrSaSU6d2pcpfYKaxIwePzEkT4DfcQthoZdy9ucNvvLoi1DIC-UocFD8HLs8LYKEqSxQvOcvnThbObJ9af71EwmuE21fO5KzMW20KtAeget1gnldOosPtz1G5EwvaQ401-RPQzPGMVBld0_zMCAwZttJ4knw
       idp-certificate-authority: /root/ca.pem
       idp-issuer-url: https://oidcidp.tremolo.lan:8443/auth/idp/OidcIdP
       refresh-token: q1bKLFOyUiosTfawzA93TzZIDzH2TNa2SMm0zEiPKTUwME6BkEo6Sql5yUWVBSWpKUGphaWpxSVAfekBOZbBhaEW+VlFUeVRGcluyVF5JT4+haZmPsluFoFu5XkpXk5BXq
     name: oidc

Uma vez que seu id_token expire, kubectl irá tentar atualizar o seu id_token utilizando-se do seu refresh_token e client_secret armazenando os novos valores para refresh_token e id_token no seu arquivo de configuração .kube/config.

Opção 2 - Utilize a opção --token

O comando kubectl o permite passar o valor de um token utilizando a opção --token. Copie e cole o valor do seu id_token nesta opção:

kubectl --token=eyJhbGciOiJSUzI1NiJ9.eyJpc3MiOiJodHRwczovL21sYi50cmVtb2xvLmxhbjo4MDQzL2F1dGgvaWRwL29pZGMiLCJhdWQiOiJrdWJlcm5ldGVzIiwiZXhwIjoxNDc0NTk2NjY5LCJqdGkiOiI2RDUzNXoxUEpFNjJOR3QxaWVyYm9RIiwiaWF0IjoxNDc0NTk2MzY5LCJuYmYiOjE0NzQ1OTYyNDksInN1YiI6Im13aW5kdSIsInVzZXJfcm9sZSI6WyJ1c2VycyIsIm5ldy1uYW1lc3BhY2Utdmlld2VyIl0sImVtYWlsIjoibXdpbmR1QG5vbW9yZWplZGkuY29tIn0.f2As579n9VNoaKzoF-dOQGmXkFKf1FMyNV0-va_B63jn-_n9LGSCca_6IVMP8pO-Zb4KvRqGyTP0r3HkHxYy5c81AnIh8ijarruczl-TK_yF5akjSTHFZD-0gRzlevBDiH8Q79NAr-ky0P4iIXS8lY9Vnjch5MF74Zx0c3alKJHJUnnpjIACByfF2SCaYzbWFMUNat-K1PaUk5-ujMBG7yYnr95xD-63n8CO8teGUAAEMx6zRjzfhnhbzX-ajwZLGwGUBT4WqjMs70-6a7_8gZmLZb2az1cZynkFRj2BaCkVT3A2RrjeEwZEtGXlMqKJ1_I2ulrOVsYx01_yD35-rw get nodes

Token de autenticação via Webhook

Webhook de autenticação é usado para verificar bearer tokens

  • --authentication-token-webhook-config-file arquivo de configuração descrevendo como acessar o serviço remoto de webhook.
  • --authentication-token-webhook-cache-ttl por quanto tempo guardar em cache decisões de autenticação. Configuração padrão definida para dois minutos.
  • --authentication-token-webhook-version determina quando usar o apiVersion authentication.k8s.io/v1beta1 ou authentication.k8s.io/v1 para objetos TokenReview quando enviar/receber informações do webhook. Valor padrão v1beta1.

O arquivo de configuração usa o formato de arquivo do kubeconfig. Dentro do arquivo, clusters refere-se ao serviço remoto e users refere-se ao servidor de API do webhook. Um exemplo seria:

# versão da API do Kubernetes
apiVersion: v1
# tipo do objeto da API
kind: Config
# clusters refere-se ao serviço remoto
clusters:
 - name: name-of-remote-authn-service
   cluster:
     certificate-authority: /path/to/ca.pem         # CA para verificar o serviço remoto
     server: https://authn.example.com/authenticate # URL para procurar o serviço remoto. Deve utilizar 'https'.
 
# users refere-se a configuração do webhook do servidor de  API
users:
 - name: name-of-api-server
   user:
     client-certificate: /path/to/cert.pem # certificado para ser utilizado pelo plugin de webhook
     client-key: /path/to/key.pem          # chave referente ao certificado
 
# arquivos kubeconfig requerem um contexto. Especifique um para o servidor de API.
current-context: webhook
contexts:
- context:
   cluster: name-of-remote-authn-service
   user: name-of-api-server
 name: webhook

Quando um cliente tenta autenticar-se com o servidor de API utilizando um bearer token como discutido acima, o webhook de autenticação envia um objeto JSON serializado do tipo TokenReview contendo o valor do token para o serviço remoto.

Note que objetos de API do tipo webhook estão sujeitos às mesmas regras de compatibilidade de versão como outros objetos de API Kubernetes. Implementadores devem verificar o campo de versão da API (apiVersion) da requisição para garantir a correta deserialização e devem responder com um objeto do tipo TokenReview da mesma versão da requisição.

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1",
 "kind": "TokenReview",
 "spec": {
   # Bearer token opaco enviado para o servidor de API
   "token": "014fbff9a07c...",
 
   # Lista opcional de identificadores de audiência para o servidor ao qual o token foi apresentado
   # Autenticadores de token  sensíveis a audiência (por exemplo, autenticadores de token OIDC)
   # deve-se verificar que o token foi direcionado a pelo menos um membro da lista de audiência
   # e retornar a interseção desta lista a audiência válida para o token no estado da resposta
   # Isto garante com que o token é válido para autenticar-se no servidor ao qual foi apresentado
   # Se nenhuma audiência for especificada, o token deve ser validado para autenticar-se ao servidor de API do Kubernetes
   "audiences": ["https://myserver.example.com", "https://myserver.internal.example.com"]
 }
}

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "TokenReview",
 "spec": {
   # Bearer token opaco enviado para o servidor de API
   "token": "014fbff9a07c...",
 
   # Lista opcional de identificadores de audiência para o servidor ao qual o token foi apresentado
   # Autenticadores de token  sensíveis a audiência (por exemplo, autenticadores de token OIDC)
   # deve-se verificar que o token foi direcionado a pelo menos um membro da lista de audiência
   # e retornar a interseção desta lista a audiência válida para o token no estado da resposta
   # Isto garante com que o token é válido para autenticar-se no servidor ao qual foi apresentado
   # Se nenhuma audiência for especificada, o token deve ser validado para autenticar-se ao servidor de API do Kubernetes
   "audiences": ["https://myserver.example.com", "https://myserver.internal.example.com"]
 }
}

É esperado que o serviço remoto preencha o campo status da requisição para indicar o sucesso do login. O campo spec do corpo de resposta é ignorado e pode ser omitido. O serviço remoto deverá retornar uma resposta usando a mesma versão de API do objeto TokenReview que foi recebido. Uma validação bem sucedida deveria retornar:

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1",
 "kind": "TokenReview",
 "status": {
   "authenticated": true,
   "user": {
     # Obrigatório
     "username": "janedoe@example.com",
     # Opcional
     "uid": "42",
     # Opcional: lista de grupos associados
     "groups": ["developers", "qa"],
     # Opcional: informação adicional  provida pelo autenticador.
     # Isto não deve conter dados confidenciais, pois pode ser registrados em logs ou em objetos de API e estarão disponíveis para webhooks de admissão
     "extra": {
       "extrafield1": [
         "extravalue1",
         "extravalue2"
       ]
     }
   },
   # Lista opcional de Autenticadores de token  sensíveis a audiência que podem ser retornados,
   # contendo as audiências da lista `spec.audiences` válido para o token apresentado.
   # Se este campo for omitido, o token é considerado válido para autenticar-se no servidor de API Kubernetes
   "audiences": ["https://myserver.example.com"]
 }
}

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "TokenReview",
 "status": {
   "authenticated": true,
   "user": {
     # Obrigatório
     "username": "janedoe@example.com",
     # Opcional
     "uid": "42",
     # Opcional: lista de grupos associados
     "groups": ["developers", "qa"],
     # Opcional: informação adicional  provida pelo autenticador.
     # Isto não deve conter dados confidenciais, pois pode ser registrados em logs ou em objetos de API e estarão disponíveis para webhooks de admissão
     "extra": {
       "extrafield1": [
         "extravalue1",
         "extravalue2"
       ]
     }
   },
   # Lista opcional de Autenticadores de token  sensíveis a audiência que podem ser retornados,
   # contendo as audiências da lista `spec.audiences` válido para o token apresentado.
   # Se este campo for omitido, o token é considerado válido para autenticar-se no servidor de API Kubernetes
   "audiences": ["https://myserver.example.com"]
 }
}

Uma requisição mal sucedida retornaria:

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1",
 "kind": "TokenReview",
 "status": {
   "authenticated": false,
   # Opcionalmente inclui detalhes sobre o porque a autenticação falhou
   # Se nenhum erro é fornecido, a API irá retornar uma mensagem genérica de "Não autorizado"
   # O campo de erro é ignorado quando authenticated=true.
   "error": "Credenciais expiradas"
 }
}

{
 "apiVersion": "authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "TokenReview",
 "status": {
   "authenticated": false,
   # Opcionalmente inclui detalhes sobre o porque a autenticação falhou
   # Se nenhum erro é fornecido, a API irá retornar uma mensagem genérica de "Não autorizado"
   # O campo de erro é ignorado quando authenticated=true.
   "error": "Credenciais expiradas"
 }
}

Autenticando com Proxy

O servidor de API pode ser configurado para identificar usuários através de valores de cabeçalho de requisição, como por exemplo X-Remote-User. Isto é projetado para o uso em combinação com um proxy de autenticação, o qual irá atribuir o valor do cabeçalho da requisição.

  • --requestheader-username-headers Obrigatório, não faz distinção entre caracteres maiúsculos/minúsculos. Nomes de cabeçalhos a serem verificados, em ordem, para a identidade do usuário. O primeiro cabeçalho contendo um valor será usado para o nome do usuário.

  • --requestheader-group-headers 1.6+. Opcional, não faz distinção entre caracteres maiúsculos/minúsculos. "X-Remote-Group" é recomendado. Nomes de cabeçalhos a serem verificados, em ordem, para os grupos do usuário. Todos os valores especificados em todos os cabeçalhos serão utilizados como nome dos grupos do usuário.

  • --requestheader-extra-headers-prefix 1.6+. Opcional, não faz distinção entre caracteres maiúsculos/minúsculos. "X-Remote-Extra-" é recomendado. Prefixos de cabeçalhos para serem utilizados para definir informações extras sobre o usuário (normalmente utilizado por um plugin de autorização). Todos os cabeçalhos que começam com qualquer um dos prefixos especificados têm o prefixo removido. O restante do nome do cabeçalho é transformado em letra minúscula, decodificado percent-decoded e torna-se uma chave extra, e o valor do cabeçalho torna-se um valor extra.

Por exemplo, com esta configuração:

--requestheader-username-headers=X-Remote-User
--requestheader-group-headers=X-Remote-Group
--requestheader-extra-headers-prefix=X-Remote-Extra-

e esta requisição:

GET / HTTP/1.1
X-Remote-User: fido
X-Remote-Group: dogs
X-Remote-Group: dachshunds
X-Remote-Extra-Acme.com%2Fproject: some-project
X-Remote-Extra-Scopes: openid
X-Remote-Extra-Scopes: profile

resultaria nesta informação de usuário:

name: fido
groups:
- dogs
- dachshunds
extra:
 acme.com/project:
 - some-project
 scopes:
 - openid
 - profile

Para prevenir falsificação de cabeçalhos, o proxy de autenticação deverá apresentar um certificado de cliente válido para o servidor de API para que possa ser validado com a autoridade de certificados (CA) antes que os cabeçalhos de requisições sejam verificados. AVISO: não re-utilize uma autoridade de certificados (CA) que esteja sendo utilizado em um contexto diferente ao menos que você entenda os riscos e os mecanismos de proteção da utilização de uma autoridade de certificados.

  • --requestheader-client-ca-file Obrigatório. Pacote de certificados no formato PEM. Um certificado válido deve ser apresentado e validado com a autoridade de certificados no arquivo especificado antes da verificação de cabeçalhos de requisição para os nomes do usuário.

  • --requestheader-allowed-names Opcional. Lista de valores de nomes comuns (CNs). Se especificado, um certificado de cliente válido contendo uma lista de nomes comuns denominados deve ser apresentado na verificação de cabeçalhos de requisição para os nomes do usuário. Se vazio, qualquer valor de nomes comuns será permitido.

Requisições anônimas

Quando habilitado, requisições que não são rejeitadas por outros métodos de autenticação configurados são tratadas como requisições anônimas e são dadas o nome de usuário system:anonymous e filiação ao grupo system:unauthenticated.

Por exemplo, uma requisição especificando um bearer token invalido chega a um servidor com token de autenticação configurado e acesso anônimo habilitado e receberia um erro de acesso não autorizado 401 Unauthorized. Já uma requisição não especificando nenhum bearer token seria tratada como uma requisição anônima.

Nas versões 1.5.1-1.5.x, acesso anônimo é desabilitado por padrão e pode ser habilitado passando a opção --anonymous-auth=true durante a inicialização do servidor de API.

Na versão 1.6 e acima, acesso anônimo é habilitado por padrão se um modo de autorização diferente de AlwaysAllow é utilizado e pode ser desabilitado passando a opção --anonymous-auth=false durante a inicialização do servidor de API. Começando na versão 1.6, os autorizadores ABAC (Controle de Acesso Baseado em Atributos) e RBAC (Controle de Acesso Baseado em Função) requerem autorização explícita do usuário system:anonymous e do grupo system:unauthenticated, portanto, regras de políticas legadas que permitam acesso a usuário * e grupo * nao incluíram usuários anônimos.

Personificação de usuário

Um usuário pode agir como outro através de cabeçalhos de personificação. Os mesmos permitem que requisições manualmente sobrescrevam as informações ao quais o usuário irá se autenticar como. Por exemplo, um administrador pode utilizar-se desta funcionalidade para investigar um problema com uma política de autorização e assim, temporariamente, personificar um outro usuário e ver se/como sua requisição está sendo negada.

Requisições de personificação primeiramente são autenticadas como o usuário requerente, então trocando para os detalhes de informação do usuário personificado.

O fluxo é:

  • Um usuário faz uma chamada de API com suas credenciais e cabeçalhos de personificação.
  • O servidor de API autentica o usuário.
  • O servidor de API garante que o usuário autenticado possui permissão de personificação.
  • Detalhes de informação do usuário da requisição tem seus valores substituídos com os detalhes de personificação.
  • A requisição é avaliada e a autorização é feita sobre os detalhes do usuário personificado.

Os seguintes cabeçalhos HTTP podem ser usados para realizar uma requisição de personificação:

  • Impersonate-User: O nome do usuário para se executar ações em seu nome.
  • Impersonate-Group: Um nome de grupo para se executar ações em seu nome. Pode ser especificado múltiplas vezes para fornecer múltiplos grupos. Opcional. Requer "Impersonate-User".
  • Impersonate-Extra-( extra name ): Um cabeçalho dinâmico usado para associar campos extras do usuário. Opcional. Requer "Impersonate-User". Para que seja preservado consistentemente, ( extra name ) deve ser somente minúsculo, e qualquer caracter que não seja legal em rótulos de cabeçalhos HTTP DEVE ser utf8 e codificado.

Um exemplo de conjunto de cabeçalhos HTTP:

Impersonate-User: jane.doe@example.com
Impersonate-Group: developers
Impersonate-Group: admins
Impersonate-Extra-dn: cn=jane,ou=engineers,dc=example,dc=com
Impersonate-Extra-acme.com%2Fproject: some-project
Impersonate-Extra-scopes: view
Impersonate-Extra-scopes: development

Quando utilizando-se o kubectl especifique a opção --as para determinar o cabeçalho Impersonate-User, especifique a opção --as-group para determinar o cabeçalho Impersonate-Group.

kubectl drain mynode
Error from server (Forbidden): User "clark" cannot get nodes at the cluster scope. (get nodes mynode)

Especificando as opções --as e --as-group:

kubectl drain mynode --as=superman --as-group=system:masters
node/mynode cordoned
node/mynode drained

Para personificar um usuário, grupo ou especificar campos extras, o usuário efetuando a personificação deve possuir a permissão de executar o verbo "impersonate" no tipo de atributo sendo personificado ("user", "group", etc.). Para clusters com o plugin de autorização RBAC habilitados, a seguinte ClusterRole abrange as regras necessárias para definir os cabeçalhos de personificação de usuário e grupo:

apiVersion: rbac.authorization.k8s.io/v1
kind: ClusterRole
metadata:
 name: impersonator
rules:
- apiGroups: [""]
 resources: ["users", "groups", "serviceaccounts"]
 verbs: ["impersonate"]

Campos extras são avaliados como sub-recursos de um recurso denominado "userextras". Para permitir ao usuário que utilize os cabeçalhos de personificação para o campo extra "scopes", o usuário deve receber a seguinte permissão:

apiVersion: rbac.authorization.k8s.io/v1
kind: ClusterRole
metadata:
 name: scopes-impersonator
rules:
# Pode definir o cabeçalho "Impersonate-Extra-scopes".
- apiGroups: ["authentication.k8s.io"]
 resources: ["userextras/scopes"]
 verbs: ["impersonate"]

Os valores dos cabeçalhos de personificação podem também ser restringidos ao limitar o conjunto de nomes de recursos (resourceNames) que um recurso pode ter.

apiVersion: rbac.authorization.k8s.io/v1
kind: ClusterRole
metadata:
 name: limited-impersonator
rules:
# Pode personificar o usuário "jane.doe@example.com"
- apiGroups: [""]
 resources: ["users"]
 verbs: ["impersonate"]
 resourceNames: ["jane.doe@example.com"]
 
# Pode assumir os grupos "developers" and "admins"
- apiGroups: [""]
 resources: ["groups"]
 verbs: ["impersonate"]
 resourceNames: ["developers","admins"]
 
# Pode personificar os campos extras "scopes" com valores "view" e "development"
- apiGroups: ["authentication.k8s.io"]
 resources: ["userextras/scopes"]
 verbs: ["impersonate"]
 resourceNames: ["view", "development"]

Plugins de credenciais client-go

FEATURE STATE: Kubernetes v1.11 [beta]

Ferramentas como kubectl e kubelet utilizando-se do k8s.io/client-go são capazes de executar um comando externo para receber credenciais de usuário.

Esta funcionalidade é direcionada à integração do lado cliente, com protocolos de autenticação não suportados nativamente pelo k8s.io/client-go como: LDAP, Kerberos, OAuth2, SAML, etc. O plugin implementa a lógica específica do protocolo e então retorna credenciais opacas para serem utilizadas. Quase todos os casos de usos de plugins de credenciais requerem um componente de lado do servidor com suporte para um autenticador de token webhook para interpretar o formato das credenciais produzidas pelo plugin cliente.

Exemplo de caso de uso

Num caso de uso hipotético, uma organização executaria um serviço externo que efetuaria a troca de credenciais LDAP por tokens assinados para um usuário específico. Este serviço seria também capaz de responder requisições do autenticador de token webhook para validar tokens. Usuários seriam obrigados a instalar um plugin de credencial em sua estação de trabalho.

Para autenticar na API:

  • O usuário entra um comando kubectl.
  • O plugin de credencial solicita ao usuário a entrada de credenciais LDAP e efetua troca das credenciais por um token via um serviço externo.
  • O plugin de credenciais retorna um token para o client-go, o qual o utiliza como um bearer token no servidor de API.
  • O servidor de API usa o autenticador de token webhook para submeter um objeto TokenReview para o serviço externo.
  • O serviço externo verifica a assinatura do token e retorna o nome e grupos do usuário.

Configuração

plugins de credencial são configurados através de arquivos de configuração do kubectl como parte dos campos de usuário.

apiVersion: v1
kind: Config
users:
- name: my-user
 user:
   exec:
     # Comando a ser executado. Obrigatório.
     command: "example-client-go-exec-plugin"
 
     # Versão da API a ser utilizada quando decodificar o recurso  ExecCredentials. Obrigatório
     #
     # A versão da API retornada pelo plugin DEVE ser a mesma versão listada aqui.
     #
     # Para integrar com ferramentas que suportem múltiplas versões (tal como client.authentication.k8s.io/v1alpha1),
     # defina uma variável de ambiente ou passe um argumento para a ferramenta que indique qual versão o plugin de execução deve esperar.
     apiVersion: "client.authentication.k8s.io/v1beta1"
 
     # Variáveis de ambiente a serem configuradas ao executar o plugin. Opcional
     env:
     - name: "FOO"
       value: "bar"
 
     # Argumentos a serem passados ao executar o plugin. Opcional
     args:
     - "arg1"
     - "arg2"
 
     # Texto exibido para o usuário quando o executável não parece estar presente. Opcional
     installHint: |
              example-client-go-exec-plugin é necessário para autenticar no cluster atual. Pode ser instalado via:
 
       Em macOS: brew install example-client-go-exec-plugin
 
       Em Ubuntu: apt-get install example-client-go-exec-plugin
 
       Em Fedora: dnf install example-client-go-exec-plugin
 
       ...
 
     # Deve-se ou não fornecer informações do cluster, que podem potencialmente conter grande quantidade de dados do CA,
     # para esse plugin de execução como parte da variável de ambiente KUBERNETES_EXEC_INFO
     provideClusterInfo: true
clusters:
- name: my-cluster
 cluster:
   server: "https://172.17.4.100:6443"
   certificate-authority: "/etc/kubernetes/ca.pem"
   extensions:
   - name: client.authentication.k8s.io/exec # nome de extensão reservado para configuração exclusiva do cluster
     extension:
       arbitrary: config
       this: pode ser fornecido através da variável de ambiente KUBERNETES_EXEC_INFO na configuracao de provideClusterInfo
       you: ["coloque", "qualquer", "coisa", "aqui"]
contexts:
- name: my-cluster
 context:
   cluster: my-cluster
   user: my-user
current-context: my-cluster

Os caminhos relativos do comando são interpretados como relativo ao diretório do arquivo de configuração. Se KUBECONFIG está configurado para o caminho /home/jane/kubeconfig e o comando executado é ./bin/example-client-go-exec-plugin, o binario /home/jane/bin/example-client-go-exec-plugin será executado.

- name: my-user
 user:
   exec:
     # Caminho relativo para o diretorio do kubeconfig
     command: "./bin/example-client-go-exec-plugin"
     apiVersion: "client.authentication.k8s.io/v1beta1"

Formatos de entrada e saída

O comando executado imprime um objeto ExecCredential para o stdout. k8s.io/client-go autentica na API do Kubernetes utilizando as credenciais retornadas no status.

Quando executando uma sessão interativa, stdin é exposto diretamente para o plugin. plugins devem utilizar um TTY check para determinar se é apropriado solicitar um usuário interativamente.

Para usar credenciais do tipo bearer token, o plugin retorna um token no status do objeto ExecCredential.

{
 "apiVersion": "client.authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "ExecCredential",
 "status": {
   "token": "my-bearer-token"
 }
}

Alternativamente, um certificado de cliente e chave codificados em PEM podem ser retornados para serem utilizados em autenticação de cliente TLS. Se o plugin retornar um certificado e chave diferentes numa chamada subsequente, k8s.io/client-go Irá fechar conexões existentes com o servidor para forçar uma nova troca TLS.

Se especificado, clientKeyData e clientCertificateData devem ambos estar presentes.

clientCertificateData pode conter certificados intermediários adicionais a serem enviados para o servidor.

{
 "apiVersion": "client.authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "ExecCredential",
 "status": {
   "clientCertificateData": "-----BEGIN CERTIFICATE-----\n...\n-----END CERTIFICATE-----",
   "clientKeyData": "-----BEGIN RSA PRIVATE KEY-----\n...\n-----END RSA PRIVATE KEY-----"
 }
}

Opcionalmente, a resposta pode incluir a validade da credencial em formato RFC3339 de data/hora. A presença ou ausência de validade pode ter o seguinte impacto:

  • Se uma validade está incluída, o bearer token e as credenciais TLS são guardadas em cache até a o tempo de expiração é atingido ou se o servidor responder com um codigo de status HTTP 401 ou se o processo terminar.

  • Se uma validate está ausente, o bearer token e as credenciais TLS são guardadas em cache até o servidor responder com um código de status HTTP 401 ou até o processo terminar.

{
 "apiVersion": "client.authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "ExecCredential",
 "status": {
   "token": "my-bearer-token",
   "expirationTimestamp": "2018-03-05T17:30:20-08:00"
 }
}

Para habilitar o plugin de execução para obter informações específicas do cluster, define provideClusterInfo no campo user.exec dentro do arquivo de configuração kubeconfig. O plugin irá então prover a variável de ambiente KUBERNETES_EXEC_INFO. As informações desta variável de ambiente podem ser utilizadas para executar lógicas de aquisição de credentiais específicas do cluster. O manifesto ExecCredential abaixo descreve um exemplo de informação de cluster.

{
 "apiVersion": "client.authentication.k8s.io/v1beta1",
 "kind": "ExecCredential",
 "spec": {
   "cluster": {
     "server": "https://172.17.4.100:6443",
     "certificate-authority-data": "LS0t...",
     "config": {
       "arbitrary": "config",
       "this": "pode ser fornecido por meio da variável de ambiente KUBERNETES_EXEC_INFO na configuração de provideClusterInfo",
       "you": ["coloque", "qualquer", "coisa", "aqui"]
     }
   }
 }
}

3 - Autenticando com Tokens de Inicialização

FEATURE STATE: Kubernetes v1.18 [stable]

Os tokens de inicialização são um bearer token simples que devem ser utilizados ao criar novos clusters ou para quando novos nós são registrados a clusters existentes. Eles foram construídos para suportar a ferramenta kubeadm, mas podem ser utilizados em outros contextos para usuários que desejam inicializar clusters sem utilizar o kubeadm. Foram também construídos para funcionar, via políticas RBAC, com o sistema de Inicialização do Kubelet via TLS.

Visão geral dos tokens de inicialização

Os tokens de inicialização são definidos com um tipo especifico de secrets (bootstrap.kubernetes.io/token) que existem no namespace kube-system. Estes secrets são então lidos pelo autenticador de inicialização do servidor de API. Tokens expirados são removidos pelo controlador TokenCleaner no gerenciador de controle - kube-controller-manager. Os tokens também são utilizados para criar uma assinatura para um ConfigMap específico usado no processo de descoberta através de um controlador denominado BootstrapSigner.

Formato do Token

Tokens de inicialização tem o formato abcdef.0123456789abcdef. Mais formalmente, eles devem corresponder a expressão regular [a-z0-9]{6}\.[a-z0-9]{16}.

A primeira parte do token é um identificador ("Token ID") e é considerado informação pública. Ele é utilizado para se referir a um token sem vazar a parte secreta usada para autenticação. A segunda parte é o secret do token e somente deve ser compartilhado com partes confiáveis.

Habilitando autenticação com tokens de inicialização

O autenticador de tokens de inicialização pode ser habilitado utilizando a seguinte opção no servidor de API:

--enable-bootstrap-token-auth

Quando habilitado, tokens de inicialização podem ser utilizado como credenciais bearer token para autenticar requisições no servidor de API.

Authorization: Bearer 07401b.f395accd246ae52d

Tokens são autenticados como o usuário system:bootstrap:<token id> e são membros do grupo system:bootstrappers. Grupos adicionais podem ser especificados dentro do secret do token.

Tokens expirados podem ser removidos automaticamente ao habilitar o controlador tokencleaner do gerenciador de controle - kube-controller-manager.

--controllers=*,tokencleaner

Formato do secret dos tokens de inicialização

Cada token válido possui um secret no namespace kube-system. Você pode encontrar a documentação completa aqui.

Um secret de token se parece com o exemplo abaixo:

apiVersion: v1
kind: Secret
metadata:
 # Nome DEVE seguir o formato "bootstrap-token-<token id>"
 name: bootstrap-token-07401b
 namespace: kube-system
 
# Tipo DEVE ser 'bootstrap.kubernetes.io/token'
type: bootstrap.kubernetes.io/token
stringData:
 # Descrição legível. Opcional.
 description: "The default bootstrap token generated by 'kubeadm init'."
 
 # identificador do token e _secret_. Obrigatório.
 token-id: 07401b
 token-secret: f395accd246ae52d
 
 # Validade. Opcional.
 expiration: 2017-03-10T03:22:11Z
 
 # Usos permitidos.
 usage-bootstrap-authentication: "true"
 usage-bootstrap-signing: "true"
 
 # Grupos adicionais para autenticar o token. Devem começar com "system:bootstrappers:"
 auth-extra-groups: system:bootstrappers:worker,system:bootstrappers:ingress

O tipo do secret deve ser bootstrap.kubernetes.io/token e o nome deve seguir o formato bootstrap-token-<token id>. Ele também tem que existir no namespace kube-system.

Os membros listados em usage-bootstrap-* indicam qual a intenção de uso deste secret. O valor true deve ser definido para que seja ativado.

  • usage-bootstrap-authentication indica que o token pode ser utilizado para autenticar no servidor de API como um bearer token.
  • usage-bootstrap-signing indica que o token pode ser utilizado para assinar o ConfigMap cluster-info como descrito abaixo.

O campo expiration controla a expiração do token. Tokens expirados são rejeitados quando usados para autenticação e ignorados durante assinatura de ConfigMaps. O valor de expiração é codificado como um tempo absoluto UTC utilizando a RFC3339. Para automaticamente remover tokens expirados basta habilitar o controlador tokencleaner.

Gerenciamento de tokens com kubeadm

Você pode usar a ferramenta kubeadm para gerenciar tokens em um cluster. Veja documentação de tokens kubeadm para mais detalhes.

Assinatura de ConfigMap

Além de autenticação, os tokens podem ser utilizados para assinar um ConfigMap. Isto pode ser utilizado em estágio inicial do processo de inicialização de um cluster, antes que o cliente confie no servidor de API. O Configmap assinado pode ser autenticado por um token compartilhado.

Habilite a assinatura de ConfigMap ao habilitar o controlador bootstrapsigner no gerenciador de controle - kube-controller-manager.

--controllers=*,bootstrapsigner

O ConfigMap assinado é o cluster-info no namespace kube-public. No fluxo típico, um cliente lê o ConfigMap enquanto ainda não autenticado e ignora os erros da camada de transporte seguro (TLS). Ele então valida o conteúdo do ConfigMap ao verificar a assinatura contida no ConfigMap.

O ConfigMap pode se parecer com o exemplo abaixo:

apiVersion: v1
kind: ConfigMap
metadata:
 name: cluster-info
 namespace: kube-public
data:
 jws-kubeconfig-07401b: eyJhbGciOiJIUzI1NiIsImtpZCI6IjA3NDAxYiJ9..tYEfbo6zDNo40MQE07aZcQX2m3EB2rO3NuXtxVMYm9U
 kubeconfig: |
   apiVersion: v1
   clusters:
   - cluster:
       certificate-authority-data: <really long certificate data>
       server: https://10.138.0.2:6443
     name: ""
   contexts: []
   current-context: ""
   kind: Config
   preferences: {}
   users: []   

O membro kubeconfig do ConfigMap é um arquivo de configuração contendo somente as informações do cluster preenchidas. A informação chave sendo comunicada aqui está em certificate-authority-data. Isto poderá ser expandido no futuro.

A assinatura é feita utilizando-se assinatura JWS em modo "separado". Para validar a assinatura, o usuário deve codificar o conteúdo do kubeconfig de acordo com as regras do JWS (codificando em base64 e descartando qualquer = ao final). O conteúdo codificado e então usado para formar um JWS inteiro, inserindo-o entre os 2 pontos. Você pode verificar o JWS utilizando o esquema HS256 (HMAC-SHA256) com o token completo (por exemplo: 07401b.f395accd246ae52d) como o secret compartilhado. Usuários devem verificar que o algoritmo HS256 (que é um método de assinatura simétrica) está sendo utilizado.

Consulte a seção de detalhes de implementação do kubeadm para mais informações.

4 - kubeadm init

Este comando inicializa um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes.

Rode este comando para configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes

Sinopse

Rode este comando para configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes

O comando "init" executa as fases abaixo:

preflight                    Efetua as verificações pré-execução
certs                        Geração de certificados
  /ca                          Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada do Kubernetes para provisionamento de identidades para outros componentes do Kubernetes
  /apiserver                   Gera o certificado para o servidor da API do Kubernetes
  /apiserver-kubelet-client    Gera o certificado para o servidor da API se conectar ao Kubelet
  /front-proxy-ca              Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada para provisionamento de identidades para o front proxy
  /front-proxy-client          Gera o certificado para o cliente do front proxy
  /etcd-ca                     Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada para provisionamento de identidades para o etcd
  /etcd-server                 Gera o certificado para servir o etcd
  /etcd-peer                   Gera o certificado para comunicação entre nós do etcd
  /etcd-healthcheck-client     Gera o certificado para liveness probes fazerem a verificação de integridade do etcd
  /apiserver-etcd-client       Gera o certificado que o servidor da API utiliza para comunicar-se com o etcd
  /sa                          Gera uma chave privada para assinatura de tokens de conta de serviço, juntamente com sua chave pública
kubeconfig                   Gera todos os arquivos kubeconfig necessários para estabelecer a camada de gerenciamento e o arquivo kubeconfig de administração
  /admin                       Gera um arquivo kubeconfig para o administrador e o próprio kubeadm utilizarem
  /kubelet                     Gera um arquivo kubeconfig para o kubelet utilizar *somente* para fins de inicialização do cluster
  /controller-manager          Gera um arquivo kubeconfig para o gerenciador de controladores utilizar
  /scheduler                   Gera um arquivo kubeconfig para o escalonador do Kubernetes utilizar
kubelet-start                Escreve as configurações do kubelet e (re)inicializa o kubelet
control-plane                Gera todos os manifestos de Pods estáticos necessários para estabelecer a camada de gerenciamento
  /apiserver                   Gera o manifesto do Pod estático do kube-apiserver
  /controller-manager          Gera o manifesto do Pod estático do kube-controller-manager
  /scheduler                   Gera o manifesto do Pod estático do kube-scheduler
etcd                         Gera o manifesto do Pod estático para um etcd local
  /local                       Gera o manifesto do Pod estático para uma instância local e de nó único do etcd
upload-config                Sobe a configuração do kubeadm e do kubelet para um ConfigMap
  /kubeadm                     Sobe a configuração ClusterConfiguration do kubeadm para um ConfigMap
  /kubelet                     Sobe a configuração do kubelet para um ConfigMap
upload-certs                 Sobe os certificados para o kubeadm-certs
mark-control-plane           Marca um nó como parte da camada de gerenciamento
bootstrap-token              Gera tokens de autoinicialização utilizados para associar um nó a um cluster
kubelet-finalize             Atualiza configurações relevantes ao kubelet após a inicialização TLS
  /experimental-cert-rotation  Habilita rotação de certificados do cliente do kubelet
addon                        Instala os addons requeridos para passar nos testes de conformidade
  /coredns                     Instala o addon CoreDNS em um cluster Kubernetes
  /kube-proxy                  Instala o addon kube-proxy em um cluster Kubernetes
kubeadm init [flags]

Opções

--apiserver-advertise-address string

O endereço IP que o servidor da API irá divulgar que está escutando. Quando não informado, a interface de rede padrão é utilizada.

--apiserver-bind-port int32     Padrão: 6443

Porta para o servidor da API conectar-se.

--apiserver-cert-extra-sans strings

Nomes alternativos (Subject Alternative Names, ou SANs) opcionais a serem adicionados ao certificado utilizado pelo servidor da API. Pode conter endereços IP ou nomes DNS.

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar e armazenar certificados.

--certificate-key string

Chave utilizada para encriptar os certificados da camada de gerenciamento no Secret kubeadm-certs.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração do kubeadm.

--control-plane-endpoint string

Especifica um endereço IP estável ou nome DNS para a camada de gerenciamento.

--cri-socket string

Caminho para o soquete CRI se conectar. Se vazio, o kubeadm tentará autodetectar este valor; utilize esta opção somente se você possui mais que um CRI instalado ou se você possui um soquete CRI fora do padrão.

--dry-run

Não aplica as modificações; apenas imprime as alterações que seriam efetuadas.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descreve feature gates para várias funcionalidades. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALFA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALFA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (BETA - padrão=true)

-h, --help

ajuda para init

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações para as quais erros serão exibidos como avisos. Exemplos: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Seleciona um registro de contêineres de onde baixar imagens.

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Seleciona uma versão do Kubernetes específica para a camada de gerenciamento.

--node-name string

Especifica o nome do nó.

--patches string

Caminho para um diretório contendo arquivos nomeados no padrão "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou somente "etcd.json". "target" pode ser um dos seguintes valores: "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser "strategic", "merge" ou "json" e corresponde aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O valor padrão para "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional utilizada para determinar quais patches são aplicados primeiro em ordem alfanumérica.

--pod-network-cidr string

Especifica um intervalo de endereços IP para a rede do Pod. Quando especificado, a camada de gerenciamento irá automaticamente alocar CIDRs para cada nó.

--service-cidr string     Padrão: "10.96.0.0/12"

Utiliza um intervalo alternativo de endereços IP para VIPs de serviço.

--service-dns-domain string     Padrão: "cluster.local"

Utiliza um domínio alternativo para os serviços. Por exemplo, "myorg.internal".

--skip-certificate-key-print

Não exibe a chave utilizada para encriptar os certificados da camada de gerenciamento.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas.

--skip-token-print

Pula a impressão do token de autoinicialização padrão gerado pelo comando 'kubeadm init'.

--token string

O token a ser utilizado para estabelecer confiança bidirecional entre nós de carga de trabalho e nós da camada de gerenciamento. O formato segue a expressão regular [a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16} - por exemplo, abcdef.0123456789abcdef.

--token-ttl duration     Padrão: 24h0m0s

A duração de tempo de um token antes deste ser automaticamente apagado (por exemplo, 1s, 2m, 3h). Quando informado '0', o token não expira.

--upload-certs

Sobe os certificados da camada de gerenciamento para o Secret kubeadm-certs.

Opções herdadas de comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o sistema de arquivos raiz 'real' do host.

Fluxo do comando Init

O comando kubeadm init inicializa um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes através da execução dos passos abaixo:

  1. Roda uma série de verificações pré-execução para validar o estado do sistema antes de efetuar mudanças. Algumas verificações emitem apenas avisos, outras são consideradas erros e cancelam a execução do kubeadm até que o problema seja corrigido ou que o usuário especifique a opção --ignore-preflight-errors=<lista-de-erros-a-ignorar>.

  2. Gera uma autoridade de certificação (CA) auto-assinada para criar identidades para cada um dos componentes do cluster. O usuário pode informar seu próprio certificado CA e/ou chave ao instalar estes arquivos no diretório de certificados configurado através da opção --cert-dir (por padrão, este diretório é /etc/kubernetes/pki). Os certificados do servidor da API terão entradas adicionais para nomes alternativos (subject alternative names, ou SANs) especificados através da opção --apiserver-cert-extra-sans. Estes argumentos serão modificados para caracteres minúsculos quando necessário.

  3. Escreve arquivos kubeconfig adicionais no diretório /etc/kubernetes para o kubelet, para o gerenciador de controladores e para o escalonador utilizarem ao conectarem-se ao servidor da API, cada um com sua própria identidade, bem como um arquivo kubeconfig adicional para administração do cluster chamado admin.conf.

  4. Gera manifestos de Pods estáticos para o servidor da API, para o gerenciador de controladores e para o escalonador. No caso de uma instância externa do etcd não ter sido providenciada, um manifesto de Pod estático adicional é gerado para o etcd.

    Manifestos de Pods estáticos são escritos no diretório /etc/kubernetes/manifests; o kubelet lê este diretório em busca de manifestos de Pods para criar na inicialização.

    Uma vez que os Pods da camada de gerenciamento estejam criados e rodando, a sequência de execução do comando kubeadm init pode continuar.

  5. Aplica labels e taints ao nó da camada de gerenciamento de modo que cargas de trabalho adicionais não sejam escalonadas para executar neste nó.

  6. Gera o token que nós adicionais podem utilizar para associarem-se a uma camada de gerenciamento no futuro. Opcionalmente, o usuário pode fornecer um token através da opção --token, conforme descrito na documentação do comando kubeadm token.

  7. Prepara todas as configurações necessárias para permitir que nós se associem ao cluster utilizando os mecanismos de Tokens de Inicialização e Inicialização TLS:

    • Escreve um ConfigMap para disponibilizar toda a informação necessária para associar-se a um cluster e para configurar regras de controle de acesso baseada em funções (RBAC).

    • Permite o acesso dos tokens de inicialização à API de assinaturas CSR.

    • Configura a auto-aprovação de novas requisições CSR.

    Para mais informações, consulte kubeadm join.

  8. Instala um servidor DNS (CoreDNS) e os componentes adicionais do kube-proxy através do servidor da API. A partir da versão 1.11 do Kubernetes, CoreDNS é o servidor DNS padrão. Mesmo que o servidor DNS seja instalado nessa etapa, o seu Pod não será escalonado até que um CNI seja instalado.

Utilizando fases de inicialização com o kubeadm

O kubeadm permite que você crie um nó da camada de gerenciamento em fases utilizando o comando kubeadm init phase.

Para visualizar a lista ordenada de fases e subfases, você pode rodar o comando kubeadm init --help. A lista estará localizada no topo da ajuda e cada fase tem sua descrição listada juntamente com o comando. Perceba que ao rodar o comando kubeadm init todas as fases e subfases são executadas nesta ordem exata.

Algumas fases possuem flags específicas. Caso você deseje ver uma lista de todas as opções disponíveis, utilize a flag --help. Por exemplo:

sudo kubeadm init phase control-plane controller-manager --help

Você também pode utilizar a flag --help para ver uma lista de subfases de uma fase superior:

sudo kubeadm init phase control-plane --help

kubeadm init também expõe uma flag chamada --skip-phases que pode ser utilizada para pular a execução de certas fases. Esta flag aceita uma lista de nomes de fases. Os nomes de fases aceitos estão descritos na lista ordenada acima.

Um exemplo:

sudo kubeadm init phase control-plane all --config=configfile.yaml
sudo kubeadm init phase etcd local --config=configfile.yaml
# agora você pode modificar os manifestos da camada de gerenciamento e do etcd
sudo kubeadm init --skip-phases=control-plane,etcd --config=configfile.yaml

O que este exemplo faz é escrever os manifestos da camada de gerenciamento e do etcd no diretório /etc/kubernetes/manifests, baseados na configuração descrita no arquivo configfile.yaml. Isto permite que você modifique os arquivos e então pule estas fases utilizando a opção --skip-phases. Ao chamar o último comando, você cria um nó da camada de gerenciamento com os manifestos personalizados.

FEATURE STATE: Kubernetes v1.22 [beta]

Como alternativa, você pode também utilizar o campo skipPhases na configuração InitConfiguration.

Utilizando kubeadm init com um arquivo de configuração

É possível configurar o comando kubeadm init com um arquivo de configuração ao invés de argumentos de linha de comando, e algumas funcionalidades mais avançadas podem estar disponíveis apenas como opções do arquivo de configuração. Este arquivo é fornecido utilizando a opção --config e deve conter uma estrutura ClusterConfiguration e, opcionalmente, mais estruturas separadas por ---\n. Combinar a opção --config com outras opções de linha de comando pode não ser permitido em alguns casos.

A configuração padrão pode ser emitida utilizando o comando kubeadm config print.

Se a sua configuração não estiver utilizando a última versão, é recomendado que você migre utilizando o comando kubeadm config migrate.

Para mais informações sobre os campos e utilização da configuração, você pode consultar a página de referência da API.

Utilizando kubeadm init com feature gates

O kubeadm suporta um conjunto de feature gates que são exclusivos do kubeadm e podem ser utilizados somente durante a criação de um cluster com kubeadm init. Estas funcionalidades podem controlar o comportamento do cluster. Os feature gates são removidos assim que uma funcionalidade atinge a disponibilidade geral (general availability, ou GA).

Para informar um feature gate, você pode utilizar a opção --feature-gates do comando kubeadm init, ou pode adicioná-las no campo featureGates quando um arquivo de configuração é utilizado através da opção --config.

A utilização de feature gates dos componentes principais do Kubernetes com o kubeadm não é suportada. Ao invés disso, é possível enviá-los através da personalização de componentes com a API do kubeadm.

Lista dos feature gates:

_feature gates_ do kubeadm
Feature gateValor-padrãoVersão AlfaVersão Beta
PublicKeysECDSAfalse1.19-
RootlessControlPlanefalse1.22-
UnversionedKubeletConfigMaptrue1.221.23

Descrição dos feature gates:

PublicKeysECDSA
Pode ser utilizado para criar um cluster que utilize certificados ECDSA no lugar do algoritmo RSA padrão. A renovação dos certificados ECDSA existentes também é suportada utilizando o comando kubeadm certs renew, mas você não pode alternar entre os algoritmos RSA e ECDSA dinamicamente ou durante atualizações.
RootlessControlPlane
Quando habilitada esta opção, os componentes da camada de gerenciamento cuja instalação de Pods estáticos é controlada pelo kubeadm, como o kube-apiserver, kube-controller-manager, kube-scheduler e etcd, têm seus contêineres configurados para rodarem como usuários não-root. Se a opção não for habilitada, estes componentes são executados como root. Você pode alterar o valor deste feature gate antes de atualizar seu cluster para uma versão mais recente do Kubernetes.
UnversionedKubeletConfigMap
Esta opção controla o nome do ConfigMap onde o kubeadm armazena os dados de configuração do kubelet. Quando esta opção não for especificada ou estiver especificada com o valor true, o ConfigMap será nomeado kubelet-config. Caso esteja especificada com o valor false, o nome do ConfigMap incluirá as versões maior e menor do Kubernetes instalado (por exemplo, kubelet-config-1.26). O kubeadm garante que as regras de RBAC para leitura e escrita deste ConfigMap serão apropriadas para o valor escolhido. Quando o kubeadm cria este ConfigMap (durante a execução dos comandos kubeadm init ou kubeadm upgrade apply), o kubeadm irá respeitar o valor da opção UnversionedKubeletConfigMap. Quando tal ConfigMap for lido (durante a execução dos comandos kubeadm join, kubeadm reset, kubeadm upgrade...), o kubeadm tentará utilizar o nome do ConfigMap sem a versão primeiro. Se esta operação não for bem-sucedida, então o kubeadm irá utilizar o nome legado (versionado) para este ConfigMap.

Adicionando parâmetros do kube-proxy

Para informações sobre como utilizar parâmetros do kube-proxy na configuração do kubeadm, veja:

Para informações sobre como habilitar o modo IPVS com o kubeadm, veja:

Informando opções personalizadas em componentes da camada de gerenciamento

Para informações sobre como passar as opções aos componentes da camada de gerenciamento, veja:

Executando o kubeadm sem uma conexão à internet

Para executar o kubeadm sem uma conexão à internet, você precisa baixar as imagens de contêiner requeridas pela camada de gerenciamento.

Você pode listar e baixar as imagens utilizando o subcomando kubeadm config images:

kubeadm config images list
kubeadm config images pull

Você pode passar a opção --config para os comandos acima através de um arquivo de configuração do kubeadm para controlar os campos kubernetesVersion e imageRepository.

Todas as imagens padrão hospedadas em k8s.gcr.io que o kubeadm requer suportam múltiplas arquiteturas.

Utilizando imagens personalizadas

Por padrão, o kubeadm baixa imagens hospedadas no repositório de contêineres k8s.gcr.io. Se a versão requisitada do Kubernetes é um rótulo de integração contínua (por exemplo, ci/latest), o repositório de contêineres gcr.io/k8s-staging-ci-images é utilizado.

Você pode sobrescrever este comportamento utilizando o kubeadm com um arquivo de configuração. Personalizações permitidas são:

  • Fornecer um valor para o campo kubernetesVersion que afeta a versão das imagens.
  • Fornecer um repositório de contêineres alternativo através do campo imageRepository para ser utilizado no lugar de k8s.gcr.io.
  • Fornecer um valor específico para os campos imageRepository e imageTag, correspondendo ao repositório de contêineres e tag a ser utilizada, para as imagens dos componentes etcd ou CoreDNS.

Caminhos de imagens do repositório de contêineres padrão k8s.gcr.io podem diferir dos utilizados em repositórios de contêineres personalizados através do campo imageRepository devido a razões de retrocompatibilidade. Por exemplo, uma imagem pode ter um subcaminho em k8s.gcr.io/subcaminho/imagem, mas quando utilizado um repositório de contêineres personalizado, o valor padrão será meu.repositoriopersonalizado.io/imagem.

Para garantir que você terá as imagens no seu repositório personalizado em caminhos que o kubeadm consiga consumir, você deve:

  • Baixar as imagens dos caminhos padrão k8s.gcr.io utilizando o comando kubeadm config images {list|pull}.
  • Subir as imagens para os caminhos listados no resultado do comando kubeadm config images list --config=config.yaml, onde config.yaml contém o valor customizado do campo imageRepository, e/ou imageTag para os componentes etcd e CoreDNS.
  • Utilizar o mesmo arquivo config.yaml quando executar o comando kubeadm init.

Imagens personalizadas para o sandbox (imagem pause)

Para configurar uma imagem personalizada para o sandbox, você precisará configurar o agente de execução de contêineres para utilizar a imagem. Verifique a documentação para o seu agente de execução de contêineres para mais informações sobre como modificar esta configuração; para alguns agentes de execução de contêiner você também encontrará informações no tópico Agentes de Execução de Contêineres.

Carregando certificados da camada de gerenciamento no cluster

Ao adicionar a opção --upload-certs ao comando kubeadm init você pode subir temporariamente certificados da camada de gerenciamento em um Secret no cluster. Este Secret expira automaticamente após 2 horas. Os certificados são encriptados utilizando uma chave de 32 bytes que pode ser especificada através da opção --certificate-key. A mesma chave pode ser utilizada para baixar certificados quando nós adicionais da camada de gerenciamento estão se associando ao cluster, utilizando as opções --control-plane e --certificate-key ao rodar kubeadm join.

O seguinte comando de fase pode ser usado para subir os certificados novamente após a sua expiração:

kubeadm init phase upload-certs --upload-certs --certificate-key=ALGUM_VALOR --config=ALGUM_ARQUIVO_YAML

Se a opção --certificate-key não for passada aos comandos kubeadm init e kubeadm init phase upload-certs, uma nova chave será gerada automaticamente.

O comando abaixo pode ser utilizado para gerar uma nova chave sob demanda:

kubeadm certs certificate-key

Gerenciamento de certificados com o kubeadm

Para informações detalhadas sobre gerenciamento de certificados com o kubeadm, consulte Gerenciamento de Certificados com o kubeadm. O documento inclui informações sobre a utilização de autoridades de certificação (CA) externas, certificados personalizados e renovação de certificados.

Gerenciando o arquivo drop-in do kubeadm para o kubelet

O pacote kubeadm é distribuído com um arquivo de configuração para rodar o kubelet utilizando systemd. Note que o kubeadm nunca altera este arquivo. Este arquivo drop-in é parte do pacote DEB/RPM do kubeadm.

Para mais informações, consulte Gerenciando o arquivo drop-in do kubeadm para o systemd.

Usando o kubeadm com agentes de execução CRI

Por padrão, o kubeadm tenta detectar seu agente de execução de contêineres. Para mais detalhes sobre esta detecção, consulte o guia de instalação CRI do kubeadm.

Configurando o nome do nó

Por padrão, o kubeadm gera um nome para o nó baseado no endereço da máquina. Você pode sobrescrever esta configuração utilizando a opção --node-name. Esta opção passa o valor apropriado para a opção --hostname-override do kubelet.

Note que sobrescrever o hostname de um nó pode interferir com provedores de nuvem.

Automatizando o kubeadm

Ao invés de copiar o token que você obteve do comando kubeadm init para cada nó, como descrito no tutorial básico do kubeadm, você pode paralelizar a distribuição do token para facilitar a automação. Para implementar esta automação, você precisa saber o endereço IP que o nó da camada de gerenciamento irá ter após a sua inicialização, ou utilizar um nome DNS ou um endereço de um balanceador de carga.

  1. Gere um token. Este token deve ter a forma <string de 6 caracteres>.<string de 16 caracteres>. Mais especificamente, o token precisa ser compatível com a expressão regular: [a-z0-9]{6}\.[a-z0-9]{16}.

    O kubeadm pode gerar um token para você:

     kubeadm token generate
    
  2. Inicialize o nó da camada de gerenciamento e os nós de carga de trabalho de forma concorrente com este token. Conforme os nós forem iniciando, eles deverão encontrar uns aos outros e formar o cluster. O mesmo argumento --token pode ser utilizado em ambos os comandos kubeadm init e kubeadm join.

  3. O mesmo procedimento pode ser feito para a opção --certificate-key quando nós adicionais da camada de gerenciamento associarem-se ao cluster. A chave pode ser gerada utilizando:

    kubeadm certs certificate-key
    

Uma vez que o cluster esteja inicializado, você pode buscar as credenciais para a camada de gerenciamento no caminho /etc/kubernetes/admin.conf e utilizá-las para conectar-se ao cluster.

Note que este tipo de inicialização tem algumas garantias de segurança relaxadas pois ele não permite que o hash do CA raiz seja validado com a opção --discovery-token-ca-cert-hash (pois este hash não é gerado quando os nós são provisionados). Para detalhes, veja a documentação do comando kubeadm join.

Próximos passos

  • kubeadm init phase para entender mais sobre as fases do comando kubeadm init
  • kubeadm join para inicializar um nó de carga de trabalho do Kubernetes e associá-lo ao cluster
  • kubeadm upgrade para atualizar um cluster do Kubernetes para uma versão mais recente
  • kubeadm reset para reverter quaisquer mudanças feitas neste host pelos comandos kubeadm init ou kubeadm join

5 - kubeadm join

Este comando inicializa um nó de processamento do Kubernetes e o associa ao cluster.

Rode este comando em qualquer máquina que você deseje adicionar a um cluster existente

Sinopse

Ao associar um novo nó a um cluster inicializado com kubeadm, temos que estabelecer a confiança bidirecional. Este processo é dividido entre a descoberta (em que o nó estabelece a confiança na camada de gerenciamento do Kubernetes) e a inicialização TLS (em que a camada de gerenciamento do Kubernetes estabelece a confiança no nó).

Existem duas principais formas de descoberta. A primeira delas é o uso de um token compartilhado, juntamente com o endereço IP do servidor da API. A segunda é o fornecimento de um arquivo - um subconjunto do arquivo kubeconfig padrão. O arquivo de descoberta/kubeconfig suporta autenticação por token, plugins de autenticação do client-go ("exec"), "tokenFile" e "authProvider". Este arquivo pode ser um arquivo local ou um arquivo baixado através de uma URL HTTPS. Os formatos são kubeadm join --discovery-token abcdef.1234567890abcdef 1.2.3.4:6443, kubeadm join --discovery-file caminho/para/arquivo.conf, ou kubeadm join --discovery-file https://endereco/arquivo.conf. Somente um formato pode ser utilizado. Se os dados para a descoberta são carregados de uma URL, o protocolo HTTPS deve ser utilizado. Neste caso, o conjunto de CAs instalado no host é utilizado para verificar a conexão.

Se você utilizou um token compartilhado para descoberta, você deve também passar a opção --discovery-token-ca-cert-hash para validar a chave pública da autoridade de certificação raiz (CA) apresentada pela camada de gerenciamento do Kubernetes. O valor desta opção é especificado no formato "<tipo-de-hash>:<valor-codificado-em-hexadecimal>", onde o tipo de hash suportado é "sha256". O hash é calculado a partir dos bytes do objeto Subject Public Key Info (SPKI), como especificado pela RFC7469. Este valor fica disponível na saída do comando kubeadm init ou pode ser calculado utilizando ferramentas padronizadas. A opção --discovery-token-ca-cert-hash pode ser especificada múltiplas vezes para permitir informar mais que uma chave pública.

Se você não puder obter o hash da chave pública da autoridade de certificação de antemão, você pode passar a opção --discovery-token-unsafe-skip-ca-verification para desabilitar esta verificação. Esta opção enfraquece o modelo de segurança do kubeadm, já que outros nós podem potencialmente personificar a camada de gerenciamento do Kubernetes.

O mecanismo de inicialização TLS também é conduzido por um token compartilhado. Este token é utilizado para temporariamente autenticar-se com a camada de gerenciamento do Kubernetes para enviar uma requisição de assinatura de certificado (CSR) para um par de chaves criado localmente. Por padrão, o kubeadm irá configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes para automaticamente aprovar estas requisições de assinatura. O token é enviado através da opção --tls-bootstrap-token abcdef.1234567890abcdef.

Frequentemente, o mesmo token é utilizado para ambas as partes. Neste caso, a opção --token pode ser utilizada ao invés de especificar cada token individualmente.

O comando join [api-server-endpoint] executa as seguintes fases:

preflight               Executa as verificações pré-execução
control-plane-prepare   Prepara a máquina para servir um nó da camada de gerenciamento
  /download-certs        [EXPERIMENTAL] Baixa certificados compartilhados entre nós da camada de gerenciamento do Secret kubeadm-certs
  /certs                 Gera os certificados para os novos componentes da camada de gerenciamento
  /kubeconfig            Gera o arquivo kubeconfig para os novos componentes da camada de gerenciamento
  /control-plane         Gera os manifestos para os novos componentes da camada de gerenciamento
kubelet-start          Escreve as configurações do kubelet, os certificados, e (re)inicia o kubelet
control-plane-join     Associa uma máquina como uma instância da camada de gerenciamento
  /etcd                  Adiciona como um novo membro do etcd local
  /update-status         Registra o novo nó da camada de gerenciamento no objeto ClusterStatus mantido no ConfigMap kubeadm-config (DESCONTINUADO)
  /mark-control-plane    Marca um nó como nó da camada de gerenciamento
kubeadm join [api-server-endpoint] [flags]

Opções

--apiserver-advertise-address string

Se o nó hospedar uma nova instância da camada de gerenciamento, este é o endereço IP que servidor da API irá anunciar que está aguardando conexões. Quando não especificado, a interface de rede padrão é utilizada.

--apiserver-bind-port int32     Default: 6443

Se o nó hospedar uma nova instância da camada de gerenciamento, a porta que o servidor da API deve conectar-se.

--certificate-key string

Chave utilizada para decriptar as credenciais do certificado enviadas pelo comando init.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração do kubeadm.

--control-plane

Cria uma nova instância da camada de gerenciamento neste nó.

--cri-socket string

Caminho para o soquete CRI conectar-se. Se vazio, o kubeadm tentará autodetectar este valor; utilize esta opção somente se você possui mais que um CRI instalado ou se você possui um soquete CRI fora do padrão.

--discovery-file string

Para descoberta baseada em arquivo, um caminho de arquivo ou uma URL de onde a informação do cluster deve ser carregada.

--discovery-token string

Para descoberta baseada em token, o token utilizado para validar a informação do cluster obtida do servidor da API.

--discovery-token-ca-cert-hash strings

Para descoberta baseada em token, verifica que a chave pública do CA raiz corresponde a este hash (formato: "<tipo>:<valor>").

--discovery-token-unsafe-skip-ca-verification

Para descoberta baseada em token, permite associar-se ao cluster sem fixação da autoridade de certificação (opção --discovery-token-ca-cert-hash).

--dry-run

Não aplica as modificações; apenas imprime as alterações que seriam efetuadas.

-h, --help

ajuda para join

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações para as quais erros serão exibidos como avisos. Exemplos: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--node-name string

Especifica o nome do nó.

--patches string

Caminho para um diretório contendo arquivos nomeados no padrão "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou somente "etcd.json". "target" pode ser um dos seguintes valores: "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser "strategic", "merge" ou "json" e corresponde aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O valor padrão para "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional utilizada para determinar quais patches são aplicados primeiro em ordem alfanumérica.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas.

--tls-bootstrap-token string

Especifica o token a ser utilizado para autenticar temporariamente com a camada de gerenciamento do Kubernetes durante o processo de associação do nó ao cluster.

--token string

Utiliza este token em ambas as opções discovery-token e tls-bootstrap-token quando tais valores não são informados.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o sistema de arquivos raiz 'real' do host.

Fluxo do comando join

O comando kubeadm join inicializa um nó de processamento ou um nó da camada de gerenciamento e o adiciona ao cluster. Esta ação consiste nos seguintes passos para nós de processamento:

  1. O kubeadm baixa as informações necessárias do cluster através servidor da API. Por padrão, o token de autoinicialização e o hash da chave da autoridade de certificação (CA) são utilizados para verificar a autenticidade dos dados baixados. O certificado raiz também pode ser descoberto diretamente através de um arquivo ou URL.

  2. Uma vez que as informações do cluster são conhecidas, o kubelet pode começar o processo de inicialização TLS.

    A inicialização TLS utiliza o token compartilhado para autenticar temporariamente com o servidor da API do Kubernetes a fim de submeter uma requisição de assinatura de certificado (certificate signing request, ou CSR); por padrão, a camada de gerenciamento assina essa requisição CSR automaticamente.

  3. Por fim, o kubeadm configura o kubelet local para conectar no servidor da API com a identidade definitiva atribuída ao nó.

Para nós da camada de gerenciamento, passos adicionais são executados:

  1. O download de certificados compartilhados por todos os nós da camada de gerenciamento (quando explicitamente solicitado pelo usuário).

  2. Geração de manifestos, certificados e arquivo kubeconfig para os componentes da camada de gerenciamento.

  3. Adição de um novo membro local do etcd.

Utilizando fases de associação com o kubeadm

O kubeadm permite que você associe um nó a um cluster em fases utilizando kubeadm join phase.

Para visualizar a lista ordenada de fases e subfases disponíveis, você pode executar o comando kubeadm join --help. A lista estará localizada no topo da tela da ajuda e cada fase terá uma descrição ao lado. Note que ao chamar kubeadm join todas as fases e subfases serão executadas nesta ordem exata.

Algumas fases possuem opções únicas, portanto, se você desejar ver uma lista das opções disponíveis, adicione a flag --help. Por exemplo:

kubeadm join phase kubelet-start --help

De forma semelhante ao comando kubeadm init phase, kubeadm join phase permite que você ignore uma lista de fases utilizando a opção --skip-phases.

Por exemplo:

sudo kubeadm join --skip-phases=preflight --config=config.yaml
FEATURE STATE: Kubernetes v1.22 [beta]

Alternativamente, você pode utilizar o campo skipPhases no manifesto JoinConfiguration.

Descobrindo em qual autoridade de certificação (CA) do cluster confiar

A descoberta do kubeadm tem diversas opções, cada uma com suas próprias contrapartidas de segurança. O método correto para o seu ambiente depende de como você aprovisiona seus nós e as expectativas de segurança que você tem a respeito da rede e ciclo de vida dos seus nós.

Descoberta baseada em token com fixação da autoridade de certificação (CA)

Este é o modo padrão do kubeadm. Neste modo, o kubeadm baixa a configuração do cluster (incluindo a CA raiz) e a valida, utilizando o token, além de verificar que a chave pública da CA raiz corresponda ao hash fornecido e que o certificado do servidor da API seja válido sob a CA raiz.

O hash da chave pública da CA tem o formato sha256:<hash_codificado_em_hexa>. Por padrão, o valor do hash é retornado no comando kubeadm join impresso ao final da execução de kubeadm init ou na saída do comando kubeadm token create --print-join-command. Este hash é gerado em um formato padronizado (veja a RFC7469) e pode também ser calculado com ferramentas de terceiros ou sistemas de provisionamento. Por exemplo, caso deseje utilizar a ferramenta de linha de comando do OpenSSL:

openssl x509 -pubkey -in /etc/kubernetes/pki/ca.crt | openssl rsa -pubin -outform der 2>/dev/null | openssl dgst -sha256 -hex | sed 's/^.* //'

Exemplos de comandos kubeadm join:

Para nós de processamento:

kubeadm join --discovery-token abcdef.1234567890abcdef --discovery-token-ca-cert-hash sha256:1234..cdef 1.2.3.4:6443

Para nós da camada de gerenciamento:

kubeadm join --discovery-token abcdef.1234567890abcdef --discovery-token-ca-cert-hash sha256:1234..cdef --control-plane 1.2.3.4:6443

Você também pode executar o comando join para um nó da camada de gerenciamento com a opção --certificate-key para copiar certificados para este nó, caso o comando kubeadm init tenha sido executado com a opção --upload-certs.

Vantagens:

  • Permite à inicialização dos nós descobrir uma raiz de confiança para a camada de gerenciamento mesmo que outros nós de processamento ou a rede estejam comprometidos.

  • É conveniente para ser executado manualmente pois toda a informação requerida cabe num único comando kubeadm join.

Desvantagens:

  • O hash da autoridade de certificação normalmente não está disponível até que a camada de gerenciamento seja aprovisionada, o que pode tornar mais difícil a criação de ferramentas de aprovisionamento automatizadas que utilizem o kubeadm. Uma alternativa para evitar esta limitação é gerar sua autoridade de certificação de antemão.

Descoberta baseada em token sem fixação da autoridade de certificação (CA)

Este modo depende apenas do token simétrico para assinar (HMAC-SHA256) a informação de descoberta que estabelece a raiz de confiança para a camada de gerenciamento. Para utilizar este modo, os nós que estão se associando ao cluster devem ignorar a validação do hash da chave pública da autoridade de certificação, utilizando a opção --discovery-token-unsafe-skip-ca-verification. Você deve considerar o uso de um dos outros modos quando possível.

Exemplo de comando kubeadm join:

kubeadm join --token abcdef.1234567890abcdef --discovery-token-unsafe-skip-ca-verification 1.2.3.4:6443

Vantagens:

  • Ainda protege de muitos ataques a nível de rede.

  • O token pode ser gerado de antemão e compartilhado com os nós da camada de gerenciamento e de processamento, que por sua vez podem inicializar-se em paralelo, sem coordenação. Isto permite que este modo seja utilizado em muitos cenários de aprovisionamento.

Desvantagens:

  • Se um mau ator conseguir roubar um token de inicialização através de algum tipo de vulnerabilidade, este mau ator conseguirá utilizar o token (juntamente com accesso a nível de rede) para personificar um nó da camada de gerenciamento perante os outros nós de processamento. Esta contrapartida pode ou não ser aceitável no seu ambiente.

Descoberta baseada em arquivos ou HTTPS

Este modo fornece uma maneira alternativa de estabelecer uma raiz de confiança entre os nós da camada de gerenciamento e os nós de processamento. Considere utilizar este modo se você estiver construindo uma infraestrutura de aprovisionamento automático utilizando o kubeadm. O formato do arquivo de descoberta é um arquivo kubeconfig comum do Kubernetes.

Caso o arquivo de descoberta não contenha credenciais, o token de descoberta TLS será utilizado.

Exemplos de comandos kubeadm join:

  • kubeadm join --discovery-file caminho/para/arquivo.conf (arquivo local)

  • kubeadm join --discovery-file https://endereco/arquivo.conf (URL HTTPS remota)

Vantagens:

  • Permite à inicialização dos nós descobrir uma raiz de confiança de forma segura para que a camada de gerenciamento utilize mesmo que a rede ou outros nós de processamento estejam comprometidos.

Desvantagens:

  • Requer que você tenha uma forma de carregar a informação do nó da camada de gerenciamento para outros nós em inicialização. Se o arquivo de descoberta contém credenciais, você precisa mantê-lo secreto e transferi-lo através de um canal de comunicação seguro. Isto pode ser possível através do seu provedor de nuvem ou ferramenta de aprovisionamento.

Tornando sua instalação ainda mais segura

Os valores padrão de instalação do kubeadm podem não funcionar para todos os casos de uso. Esta seção documenta como tornar uma instalação mais segura, ao custo de usabilidade.

Desligando a auto-aprovação de certificados de cliente para nós

Por padrão, um auto-aprovador de requisições CSR está habilitado. Este auto-aprovador irá aprovar quaisquer requisições de certificado de cliente para um kubelet quando um token de autoinicialização for utilizado para autenticação. Se você não deseja que o cluster aprove automaticamente certificados de cliente para os kubelets, você pode desligar a auto-aprovação com o seguinte comando:

kubectl delete clusterrolebinding kubeadm:node-autoapprove-bootstrap

Após o desligamento da auto-aprovação, o comando kubeadm join irá aguardar até que o administrador do cluster aprove a requisição CSR:

  1. Utilizando o comando kubeadm get csr, você verá que o CSR original está em estado pendente.

    kubectl get csr
    

    A saída é semelhante a:

    NAME                                                   AGE       REQUESTOR                 CONDITION
    node-csr-c69HXe7aYcqkS1bKmH4faEnHAWxn6i2bHZ2mD04jZyQ   18s       system:bootstrap:878f07   Pending
    
  2. O comando kubectl certificate approve permite ao administrador aprovar o CSR. Esta ação informa ao controlador de assinatura de certificados que este deve emitir um certificado para o requerente com os atributos requeridos no CSR.

    kubectl certificate approve node-csr-c69HXe7aYcqkS1bKmH4faEnHAWxn6i2bHZ2mD04jZyQ
    

    A saída é semelhante a:

    certificatesigningrequest "node-csr-c69HXe7aYcqkS1bKmH4faEnHAWxn6i2bHZ2mD04jZyQ" approved
    
  3. Este comando muda o estado do objeto CSR para o estado ativo.

    kubectl get csr
    

    A saída é semelhante a:

    NAME                                                   AGE       REQUESTOR                 CONDITION
    node-csr-c69HXe7aYcqkS1bKmH4faEnHAWxn6i2bHZ2mD04jZyQ   1m        system:bootstrap:878f07   Approved,Issued
    

Esta mudança força com que o fluxo do comando kubeadm join seja bem-sucedido somente quando o comando kubectl certificate approve for executado.

Desligando o acesso público ao ConfigMap cluster-info

Para que o fluxo de associação de um nó ao cluster seja possível utilizando somente um token como a única informação necessária para validação, um ConfigMap com alguns dados necessários para validação da identidade do nó da camada de gerenciamento é exposto publicamente por padrão. Embora nenhum dado deste ConfigMap seja privado, alguns usuários ainda podem preferir bloquear este acesso. Mudar este acesso bloqueia a habilidade de utilizar a opção --discovery-token do fluxo do comando kubeadm join. Para desabilitar este acesso:

  • Obtenha o arquivo cluster-info do servidor da API:
kubectl -n kube-public get cm cluster-info -o yaml | grep "kubeconfig:" -A11 | grep "apiVersion" -A10 | sed "s/    //" | tee cluster-info.yaml

A saída é semelhante a:

apiVersion: v1
kind: Config
clusters:
- cluster:
    certificate-authority-data: <ca-cert>
    server: https://<ip>:<port>
  name: ""
contexts: []
current-context: ""
preferences: {}
users: []
  • Utilize o arquivo cluster-info.yaml como um argumento para o comando kubeadm join --discovery-file.

  • Desligue o acesso público ao ConfigMap cluster-info:

kubectl -n kube-public delete rolebinding kubeadm:bootstrap-signer-clusterinfo

Estes comandos devem ser executados após kubeadm init, mas antes de kubeadm join.

Utilizando kubeadm join com um arquivo de configuração

É possível configurar o comando kubeadm join apenas com um arquivo de configuração, em vez de utilizar opções de linha de comando, e algumas funcionalidades avançadas podem estar disponíveis somente como opções no arquivo de configuração. Este arquivo é passado através da opção --config e deve conter uma estrutura JoinConfiguration. A utilização da opção --config com outras opções da linha de comando pode não ser permitida em alguns casos.

A configuração padrão pode ser emitida utilizando o comando kubeadm config print.

Caso sua configuração não esteja utilizando a versão mais recente, é recomendado que você migre utilizando o comando kubeadm config migrate.

Para mais informações sobre os campos e utilização da configuração você pode consultar a referência da API.

Próximos passos

  • kubeadm init para inicializar um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes.
  • kubeadm token para gerenciar tokens utilizados no comando kubeadm join.
  • kubeadm reset para reverter quaisquer mudanças feitas nesta máquina pelos comandos kubeadm init ou kubeadm join.

6 - kubeadm config

Durante o kubeadm init, o kubeadm carrega o objeto ClusterConfiguration para o seu cluster em um ConfigMap chamado kubeadm-config no namespace do kube-system. Essa configuração é então lida durante kubeadm join, kubeadm reset e kubeadm upgrade.

Você pode usar o kubeadm config print para exibir a configuração estática padrão que o kubeadm usa para o kubeadm init e kubeadm join.

Para obter mais informações sobre init e join, navegue até Usando o kubeadm init com um arquivo de configuração ou Usando o kubeadm join com um arquivo de configuração.

Para obter mais informações sobre como usar a API de configuração do kubeadm, navegue até Personalizando componentes com a API do kubeadm..

Você pode usar o kubeadm config migrate para converter seus arquivos de configuração antigos que contêm uma versão obsoleta da API para uma versão mais recente e suportada da API.

kubeadm config images list e kubeadm config images pull podem ser usadas para listar e baixar as imagens que o kubeadm precisa.

kubeadm config print

Exibe configurações

Sinopse

Este comando exibe as configurações para subcomandos fornecidos. Para mais detalhes, consulte: https://pkg.go.dev/k8s.io/kubernetes/cmd/kubeadm/app/apis/kubeadm#section-directories

kubeadm config print [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para print

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm config print init-defaults

Exibe a configuração de inicialização padrão, que pode ser usada para 'kubeadm init'

Sinopse

Este comando exibe objetos, como a configuração de inicialização padrão que é usada para 'kubeadm init'.

Observe que os valores confidenciais, como os campos do Token Bootstrap, são substituídos por valores de exemplo como "abcdef.0123456789abcdef", a fim de passar na validação, mas não executar o cálculo real para criar um token.

kubeadm config print init-defaults [flags]

Opções

--component-configs strings

Uma lista dos objetos da API de configuração, separados por vírgulas, exibirá os valores padrão. Valores disponíveis: [KubeProxyConfiguration KubeletConfiguration]. Se essa flag não estiver definida, nenhuma configuração de componente será impressa.

-h, --help

ajuda para init-defaults

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm config print join-defaults

Exibe a configuração padrão do join, que pode ser usada para 'kubeadm join'

Sinopse

Este comando exibe objetos como a configuração padrão de join que é usada para 'kubeadm join'.

Observe que valores confidenciais, como os campos do Token Bootstrap, são substituídos por valores de exemplo como "abcdef.0123456789abcdef", a fim de passar na validação, mas não executar o cálculo real para criar um token.

kubeadm config print join-defaults [flags]

Opções

--component-configs strings

Uma lista dos objetos da API de configuração, separados por vírgulas, exibirá os valores padrão. Valores disponíveis: [KubeProxyConfiguration KubeletConfiguration]. Se essa flag não estiver definida, nenhuma configuração de componente será impressa.

-h, --help

ajuda para join-defaults

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm config migrate

Leia uma versão mais antiga dos tipos de API de configuração do kubeadm a partir de um arquivo e envie o objeto de configuração semelhante para a versão mais recente

Sinopse

Esse comando permite converter objetos de configuração de versões mais antigas para a versão mais recente suportada, localmente na ferramenta CLI sem nunca tocar em nada no cluster. Nesta versão do kubeadm, as seguintes versões da API são suportadas:

  • Kubeadm.k8s.io/v1beta3

Além disso, o kubeadm só pode escrever a configuração da versão "kubeadm.k8s.io/v1beta3", mas pode ler os dois tipos. Portanto, independentemente da versão que você passar para o parâmetro --old-config , o objeto API será lido, desserializado, padronizado, convertido, validado e serializado novamente quando escrito no stdout ou --new-config, se especificado.

Em outras palavras, a saída deste comando é o que o kubeadm realmente leria internamente se você enviasse este arquivo para "kubeadm init"

kubeadm config migrate [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para migrate

--new-config string

Caminho para o arquivo de configuração kubeadm equivalente usando a nova versão da API. Opcional, se não for especificado, a saída será enviada para o STDOUT.

--old-config string

Caminho para o arquivo de configuração do kubeadm que está usando uma versão antiga da API e que deve ser convertido. Essa flag é obrigatória.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm config images list

Exibe uma lista de imagens que o kubeadm usará. O arquivo de configuração é usado caso quaisquer imagens ou repositórios de imagens sejam personalizados.

Sinopse

Exibe uma lista de imagens que o kubeadm usará. O arquivo de configuração é usado caso quaisquer imagens ou repositórios de imagens sejam personalizados.

kubeadm config images list [flags]

Opções

--allow-missing-template-keys     Padrão: true

Se verdadeiro (true), ignore quaisquer erros nos modelos quando um campo ou chave de mapa estiver faltando no modelo. Aplica-se apenas aos formatos de saída golang e jsonpath.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-o, --experimental-output string     Padrão: "text"

Formato de saída. Valores válidos: text|json|yaml|go-template|go-template-file|template|templatefile|jsonpath|jsonpath-as-json|jsonpath-file.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descrevem opções para vários recursos. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALPHA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALPHA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (ALPHA - padrão=false)

-h, --help

ajuda para list

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Escolha um registro de contêineres para baixar imagens da camada de gerenciamento

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Escolha uma versão específica do Kubernetes para a camada de gerenciamento.

--show-managed-fields

Se verdadeiro, mantém os managedFields ao exibir os objetos no formato JSON ou YAML.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm config images pull

Puxe imagens usadas pelo kubeadm

Sinopse

Baixa imagens usadas pelo kubeadm

kubeadm config images pull [flags]

Opções

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

--cri-socket string

Caminho para se conectar ao socket CRI. Se vazio, o kubeadm tentará detectar automaticamente esse valor; use essa opção somente se você tiver mais de um CRI instalado ou se tiver um socket CRI não padrão.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descrevem feature gates para vários recursos. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALPHA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALPHA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (ALPHA - padrão=false)

-h, --help

ajuda para pull

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Escolha um registro de contêineres para baixar imagens da camada de gerenciamento

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Escolha uma versão específica do Kubernetes para a camada de gerenciamento.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Próximos passos

  • kubeadm upgrade para atualizar um cluster Kubernetes para uma versão mais recente

7 - Portas e protocolos

Quando o Kubernetes está sendo executado em um ambiente com uma rede mais restritiva, como por exemplo um data center on-premises com firewalls de rede físicos ou redes virtuais em nuvens públicas, é útil saber quais portas e protocolos são utilizados pelos componentes do Kubernetes.

Camada de gerenciamento

ProtocoloDireçãoIntervalo de PortasPropósitoUtilizado por
TCPEntrada6443Servidor da API do KubernetesTodos
TCPEntrada2379-2380API servidor-cliente do etcdkube-apiserver, etcd
TCPEntrada10250API do kubeletkubeadm, Camada de gerenciamento
TCPEntrada10259kube-schedulerkubeadm
TCPEntrada10257kube-controller-managerkubeadm

Embora as portas do etcd estejam inclusas na seção da Camada de gerenciamento, você também pode hospedar o seu próprio cluster etcd externamente ou em portas customizadas.

Nós de processamento

ProtocoloDireçãoIntervalo de PortasPropósitoUtilizado por
TCPEntrada10250API do KubeletO próprio, Camada de gerenciamento
TCPEntrada30000-32767Serviços NodePort†Todos

† Intervalo padrão de portas para os serviços NodePort.

Todas as portas padrão podem ser sobrescritas. Quando portas customizadas são utilizadas, essas portas precisam estar abertas, ao invés das mencionadas aqui.

Um exemplo comum é a porta do servidor da API, que as vezes é trocado para a porta 433. Com isso, a porta padrão é mantida e o servidor da API é colocado atrás de um balanceador de carga que escuta na porta 433 e faz o roteamento das requisições para o servidor da API na porta padrão.

8 - kubeadm reset

Executa o melhor esforço para reverter as alterações feitas pelo kubeadm init ou kubeadm join.

Executa o melhor esforço para reverter as alterações feitas no host por 'kubeadm init' ou 'kubeadm join'

Sinopse

Executa o melhor esforço para reverter as alterações feitas no host por 'kubeadm init' ou 'kubeadm join'

O comando "reset" executa as seguintes fases:

preflight           Executa as verificações pré-execução do preflight.
remove-etcd-member  Remove um membro etcd local.
cleanup-node        Executa a limpeza do nó.
kubeadm reset [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para o diretório onde os certificados estão armazenados. Se especificado, limpe este diretório.

--cri-socket string

Caminho para o socket CRI se conectar. Se vazio, o kubeadm tentará detectar automaticamente esse valor; use essa opção somente se você tiver mais de um CRI instalado ou se tiver um socket CRI não padrão.

-f, --force

Redefine o nó sem solicitar confirmação..

-h, --help

ajuda para reset

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações cujos erros serão mostrados como avisos. Exemplo: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Fluxo de execução do comando reset

O kubeadm reset é o responsável por limpar o sistema de arquivos local dos nós a partir dos arquivos que foram criados usando os comandos kubeadm init ou kubeadm join. O reset dos nós da camanda de gerenciamento também remove o etcd local do nó do cluster etcd.

O kubeadm reset phase pode ser usado para executar separadamente as fases do fluxo de trabalho acima. Para pular uma lista de fases você pode usar --skip-phases, que funciona de maneira semelhante aos executores de fases dos comandos kubeadm join e kubeadm init.

Limpeza do etcd externo

O kubeadm reset não excluirá nenhum dado do etcd se o etcd externo estiver em uso. Isso significa que, se você executar o kubeadm init novamente usando os mesmos etcd endpoints, verá o estado dos clusters anteriores.

Para limpar dados etcd, é recomendável que você use um cliente como etcdctl, tal como:

etcdctl del "" --prefix

Consulte a documentação do etcd para obter mais informações.

Próximos passos

  • kubeadm init para inicializar um nó do plano de controle do Kubernetes
  • kubeadm join para inicializar um nó de carga de trabalho do Kubernetes e associá-lo ao cluster

9 - kubectl CLI

9.1 - kubectl Cheat Sheet

Veja também: Visão geral do Kubectl e JsonPath Guide.

Esta página é uma visão geral do comando kubectl.

kubectl - Cheat Sheet

Kubectl Autocomplete

BASH

source <(kubectl completion bash) # configuração de autocomplete no bash do shell atual, o pacote bash-completion precisa ter sido instalado primeiro.
echo "source <(kubectl completion bash)" >> ~/.bashrc # para adicionar o autocomplete permanentemente no seu shell bash.

Você também pode usar uma abreviação para o atalho para kubectl que também funciona com o auto completar:

alias k=kubectl
complete -F __start_kubectl k

ZSH

source <(kubectl completion zsh)  # configuração para usar autocomplete no terminal zsh no shell atual
echo "if [ $commands[kubectl] ]; then source <(kubectl completion zsh); fi" >> ~/.zshrc # adicionar auto completar permanentemente para o seu shell zsh

Contexto e Configuração do Kubectl

Defina com qual cluster Kubernetes o kubectl se comunica e modifique os detalhes da configuração. Veja a documentação Autenticando entre clusters com o kubeconfig para informações detalhadas do arquivo de configuração.

kubectl config view # Mostrar configurações do kubeconfig mergeadas.

# use vários arquivos kubeconfig ao mesmo tempo e visualize a configuração mergeada
KUBECONFIG=~/.kube/config:~/.kube/kubconfig2 

kubectl config view

# obtenha a senha para o usuário e2e
kubectl config view -o jsonpath='{.users[?(@.name == "e2e")].user.password}'

kubectl config view -o jsonpath='{.users[].name}'    # exibir o primeiro usuário
kubectl config view -o jsonpath='{.users[*].name}'   # obtenha uma lista de usuários
kubectl config get-contexts                          # exibir lista de contextos
kubectl config current-context                       # exibir o contexto atual
kubectl config use-context my-cluster-name           # defina o contexto padrão como my-cluster-name

# adicione um novo cluster ao seu kubeconfig que suporte autenticação básica
kubectl config set-credentials kubeuser/foo.kubernetes.com --username=kubeuser --password=kubepassword

# salve o namespace permanentemente para todos os comandos subsequentes do kubectl nesse contexto.
kubectl config set-context --current --namespace=ggckad-s2

# defina um contexto utilizando um nome de usuário e o namespace.
kubectl config set-context gce --user=cluster-admin --namespace=foo \
  && kubectl config use-context gce
 
kubectl config unset users.foo                       # excluir usuário foo

Aplicar

apply gerencia aplicações através de arquivos que definem os recursos do Kubernetes. Ele cria e atualiza recursos em um cluster através da execução kubectl apply. Esta é a maneira recomendada de gerenciar aplicações Kubernetes em ambiente de produção. Veja a documentação do Kubectl.

Criando objetos

Manifestos Kubernetes podem ser definidos em YAML ou JSON. A extensão de arquivo .yaml, .yml, e .json pode ser usado.

kubectl apply -f ./my-manifest.yaml            # criar recurso(s)
kubectl apply -f ./my1.yaml -f ./my2.yaml      # criar a partir de vários arquivos
kubectl apply -f ./dir                         # criar recurso(s) em todos os arquivos de manifesto no diretório
kubectl apply -f https://git.io/vPieo          # criar recurso(s) a partir de URL
kubectl create deployment nginx --image=nginx  # iniciar uma única instância do nginx
kubectl explain pods,svc                       # obtenha a documentação de manifesto do pod

# Crie vários objetos YAML a partir de stdin
cat <<EOF | kubectl apply -f -
apiVersion: v1
kind: Pod
metadata:
  name: busybox-sleep
spec:
  containers:
  - name: busybox
    image: busybox
    args:
    - sleep
    - "1000000"
---
apiVersion: v1
kind: Pod
metadata:
  name: busybox-sleep-less
spec:
  containers:
  - name: busybox
    image: busybox
    args:
    - sleep
    - "1000"
EOF

# Crie um segredo com várias chaves
cat <<EOF | kubectl apply -f -
apiVersion: v1
kind: Secret
metadata:
  name: mysecret
type: Opaque
data:
  password: $(echo -n "s33msi4" | base64 -w0)
  username: $(echo -n "jane" | base64 -w0)
EOF

Visualizando e Localizando Recursos

# Obter comandos com saída simples
kubectl get services                          # Listar todos os serviços do namespace
kubectl get pods --all-namespaces             # Listar todos os pods em todos namespaces
kubectl get pods -o wide                      # Listar todos os pods no namespace atual, com mais detalhes
kubectl get deployment my-dep                 # Listar um deployment específico
kubectl get pods                              # Listar todos os pods no namespace
kubectl get pod my-pod -o yaml                # Obter o YAML de um pod

# Descrever comandos com saída detalhada
kubectl describe nodes my-node
kubectl describe pods my-pod

# Listar serviços classificados por nome
kubectl get services --sort-by=.metadata.name

# Listar pods classificados por contagem de reinicializações
kubectl get pods --sort-by='.status.containerStatuses[0].restartCount'

# Listar PersistentVolumes classificado por capacidade
kubectl get pv --sort-by=.spec.capacity.storage

# Obtenha a versão da label de todos os pods com a label app=cassandra
kubectl get pods --selector=app=cassandra -o \
  jsonpath='{.items[*].metadata.labels.version}'

# Obter todos os nós workers (use um seletor para excluir resultados que possuem uma label
# nomeado 'node-role.kubernetes.io/master')
kubectl get node --selector='!node-role.kubernetes.io/master'

# Obter todos os pods em execução no namespace
kubectl get pods --field-selector=status.phase=Running

# Obter ExternalIPs de todos os nós
kubectl get nodes -o jsonpath='{.items[*].status.addresses[?(@.type=="ExternalIP")].address}'

# Listar nomes de pods pertencentes a um RC particular 
# O comando "jq" é útil para transformações que são muito complexas para jsonpath, pode ser encontrado em https://stedolan.github.io/jq/
sel=${$(kubectl get rc my-rc --output=json | jq -j '.spec.selector | to_entries | .[] | "\(.key)=\(.value),"')%?}
echo $(kubectl get pods --selector=$sel --output=jsonpath={.items..metadata.name})

# Mostrar marcadores para todos os pods(ou qualquer outro objeto Kubernetes que suporte rotulagem)
kubectl get pods --show-labels

# Verifique quais nós estão prontos
JSONPATH='{range .items[*]}{@.metadata.name}:{range @.status.conditions[*]}{@.type}={@.status};{end}{end}' \
 && kubectl get nodes -o jsonpath="$JSONPATH" | grep "Ready=True"

# Listar todos os segredos atualmente em uso por um pod
kubectl get pods -o json | jq '.items[].spec.containers[].env[]?.valueFrom.secretKeyRef.name' | grep -v null | sort | uniq

# Listar todos os containerIDs de initContainer de todos os pods
# Útil ao limpar contêineres parados, evitando a remoção de initContainers.
kubectl get pods --all-namespaces -o jsonpath='{range .items[*].status.initContainerStatuses[*]}{.containerID}{"\n"}{end}' | cut -d/ -f3

# Listar eventos classificados por timestamp
kubectl get events --sort-by=.metadata.creationTimestamp

# Compara o estado atual do cluster com o estado em que o cluster estaria se o manifesto fosse aplicado.
kubectl diff -f ./my-manifest.yaml

Atualizando Recursos

A partir da versão 1.11 rolling-update foi descontinuado (veja CHANGELOG-1.11.md), utilize o comando rollout no lugar deste.

kubectl set image deployment/frontend www=image:v2               # Aplica o rollout nos containers "www" do deployment "frontend", atualizando a imagem
kubectl rollout history deployment/frontend                      # Verifica o histórico do deployment, incluindo a revisão
kubectl rollout undo deployment/frontend                         # Rollback para o deployment anterior
kubectl rollout undo deployment/frontend --to-revision=2         # Rollback para uma revisão específica
kubectl rollout status -w deployment/frontend                    # Acompanhe o status de atualização do "frontend" até sua conclusão sem interrupção 
kubectl rollout restart deployment/frontend                      # Reinício contínuo do deployment "frontend"


# versão inicial descontinuada 1.11
kubectl rolling-update frontend-v1 -f frontend-v2.json           # (descontinuada) Atualização contínua dos pods de frontend-v1
kubectl rolling-update frontend-v1 frontend-v2 --image=image:v2  # (descontinuada) Altera o nome do recurso e atualiza a imagem
kubectl rolling-update frontend --image=image:v2                 # (descontinuada) Atualize a imagem dos pods do frontend
kubectl rolling-update frontend-v1 frontend-v2 --rollback        # (descontinuada) Interromper o lançamento existente em andamento

cat pod.json | kubectl replace -f -                              # Substitua um pod com base no JSON passado para std

# Força a substituição, exclui e recria o recurso. Causará uma interrupção do serviço.
kubectl replace --force -f ./pod.json

# Crie um serviço para um nginx replicado, que serve na porta 80 e se conecta aos contêineres na porta 8000
kubectl expose rc nginx --port=80 --target-port=8000

# Atualizar a versão da imagem (tag) de um pod de contêiner único para a v4
kubectl get pod mypod -o yaml | sed 's/\(image: myimage\):.*$/\1:v4/' | kubectl replace -f -

kubectl label pods my-pod new-label=awesome                      # Adicionar uma label
kubectl annotate pods my-pod icon-url=http://goo.gl/XXBTWq       # Adicionar uma anotação
kubectl autoscale deployment foo --min=2 --max=10                # Escalar automaticamente um deployment "foo"

Recursos de Correção

# Atualizar parcialmente um nó
kubectl patch node k8s-node-1 -p '{"spec":{"unschedulable":true}}'

# Atualizar a imagem de um contêiner; spec.containers[*].name é obrigatório porque é uma chave de mesclagem
kubectl patch pod valid-pod -p '{"spec":{"containers":[{"name":"kubernetes-serve-hostname","image":"new image"}]}}'

# Atualizar a imagem de um contêiner usando um patch json com matrizes posicionais
kubectl patch pod valid-pod --type='json' -p='[{"op": "replace", "path": "/spec/containers/0/image", "value":"new image"}]'

# Desative um livenessProbe de deployment usando um patch json com matrizes posicionais
kubectl patch deployment valid-deployment  --type json   -p='[{"op": "remove", "path": "/spec/template/spec/containers/0/livenessProbe"}]'

# Adicionar um novo elemento a uma matriz posicional
kubectl patch sa default --type='json' -p='[{"op": "add", "path": "/secrets/1", "value": {"name": "whatever" } }]'

Editando Recursos

Edite qualquer recurso da API no seu editor preferido.

kubectl edit svc/docker-registry                      # Edite o serviço chamado docker-registry
KUBE_EDITOR="nano" kubectl edit svc/docker-registry   # Use um editor alternativo

Escalando Recursos

kubectl scale --replicas=3 rs/foo                                 # Escale um replicaset chamado 'foo' para 3
kubectl scale --replicas=3 -f foo.yaml                            # Escale um recurso especificado em "foo.yaml" para 3
kubectl scale --current-replicas=2 --replicas=3 deployment/mysql  # Se o tamanho atual do deployment chamado mysql for dois, assim escale para 3
kubectl scale --replicas=5 rc/foo rc/bar rc/baz                   # Escalar vários replicaset

Exclusão de Recursos

kubectl delete -f ./pod.json                                              # Exclua um pod usando o tipo e o nome especificados em pod.json
kubectl delete pod,service baz foo                                        # Excluir pods e serviços com os mesmos nomes "baz" e "foo"
kubectl delete pods,services -l name=myLabel                              # Excluir pods e serviços com o nome da label = myLabel
kubectl -n my-ns delete pod,svc --all                                     # Exclua todos os pods e serviços no namespace my-ns,
# Excluir todos os pods que correspondem ao awk pattern1 ou pattern2
kubectl get pods  -n mynamespace --no-headers=true | awk '/pattern1|pattern2/{print $1}' | xargs  kubectl delete -n mynamespace pod

Interagindo com Pods em execução

kubectl logs my-pod                                 # despejar logs de pod (stdout)
kubectl logs -l name=myLabel                        # despejar logs de pod, com a label de name=myLabel (stdout)
kubectl logs my-pod --previous                      # despejar logs de pod (stdout) para a instância anterior de um contêiner
kubectl logs my-pod -c my-container                 # despejar logs de um específico contêiner em um pod (stdout, no caso de vários contêineres)
kubectl logs -l name=myLabel -c my-container        # despejar logs de pod, com nome da label = myLabel (stdout)
kubectl logs my-pod -c my-container --previous      # despejar logs de um contêiner específico em um pod (stdout, no caso de vários contêineres) para uma instanciação anterior de um contêiner
kubectl logs -f my-pod                              # Fluxo de logs de pod (stdout)
kubectl logs -f my-pod -c my-container              # Fluxo de logs para um específico contêiner em um pod (stdout, caixa com vários contêineres)
kubectl logs -f -l name=myLabel --all-containers    # transmitir todos os logs de pods com a label name=myLabel (stdout)
kubectl run -i --tty busybox --image=busybox -- sh  # Executar pod como shell interativo
kubectl run nginx --image=nginx --restart=Never -n 
mynamespace                                         # Execute o pod nginx em um namespace específico
kubectl run nginx --image=nginx --restart=Never     # Execute o pod nginx e salve suas especificações em um arquivo chamado pod.yaml
--dry-run -o yaml > pod.yaml

kubectl attach my-pod -i                            # Anexar ao contêiner em execução
kubectl port-forward my-pod 5000:6000               # Ouça na porta 5000 na máquina local e encaminhe para a porta 6000 no my-pod
kubectl exec my-pod -- ls /                         # Executar comando no pod existente (1 contêiner)
kubectl exec my-pod -c my-container -- ls /         # Executar comando no pod existente (pod com vários contêineres)
kubectl top pod POD_NAME --containers               # Mostrar métricas para um determinado pod e seus contêineres

Interagindo com Nós e Cluster

kubectl cordon my-node                                                # Marcar o nó my-node como não agendável
kubectl drain my-node                                                 # Drene o nó my-node na preparação para manutenção
kubectl uncordon my-node                                              # Marcar nó my-node como agendável
kubectl top node my-node                                              # Mostrar métricas para um determinado nó
kubectl cluster-info                                                  # Exibir endereços da master e serviços
kubectl cluster-info dump                                             # Despejar o estado atual do cluster no stdout
kubectl cluster-info dump --output-directory=/path/to/cluster-state   # Despejar o estado atual do cluster em /path/to/cluster-state

# Se uma `taint` com essa chave e efeito já existir, seu valor será substituído conforme especificado.
kubectl taint nodes foo dedicated=special-user:NoSchedule

Tipos de Recursos

Listar todos os tipos de recursos suportados, juntamente com seus nomes abreviados, Grupo de API, se eles são por namespaces, e objetos:

kubectl api-resources

Outras operações para explorar os recursos da API:

kubectl api-resources --namespaced=true      # Todos os recursos com namespace
kubectl api-resources --namespaced=false     # Todos os recursos sem namespace
kubectl api-resources -o name                # Todos os recursos com saída simples (apenas o nome do recurso)
kubectl api-resources -o wide                # Todos os recursos com saída expandida (também conhecida como "ampla")
kubectl api-resources --verbs=list,get       # Todos os recursos que suportam os verbos de API "list" e "get"
kubectl api-resources --api-group=extensions # Todos os recursos no grupo de API "extensions"

Formatação de Saída

Para enviar detalhes para a janela do terminal em um formato específico, adicione a flag -o (ou --output) para um comando kubectl suportado.

Formato de saídaDescrição
-o=custom-columns=<spec>Imprimir uma tabela usando uma lista separada por vírgula de colunas personalizadas
-o=custom-columns-file=<filename>Imprima uma tabela usando o modelo de colunas personalizadas no arquivo <nome do arquivo>
-o=jsonSaída de um objeto de API formatado em JSON
-o=jsonpath=<template>Imprima os campos definidos em uma expressão jsonpath
-o=jsonpath-file=<filename>Imprima os campos definidos pela expressão jsonpath no arquivo <nome do arquivo>
-o=nameImprima apenas o nome do recurso e nada mais
-o=wideSaída no formato de texto sem formatação com qualquer informação adicional e, para pods, o nome do nó está incluído
-o=yamlSaída de um objeto de API formatado em YAML

Verbosidade da Saída do Kubectl e Debugging

A verbosidade do Kubectl é controlado com os sinalizadores -v ou --v seguidos por um número inteiro representando o nível do log. As convenções gerais de log do Kubernetes e os níveis de log associados são descritos aqui.

VerbosidadeDescrição
--v=0Geralmente útil para sempre estar visível para um operador de cluster.
--v=1Um nível de log padrão razoável se você não deseja verbosidade.
--v=2Informações úteis sobre o estado estacionário sobre o serviço e mensagens importantes de log que podem se correlacionar com alterações significativas no sistema. Este é o nível de log padrão recomendado para a maioria dos sistemas.
--v=3Informações estendidas sobre alterações.
--v=4Detalhamento no nível de debugging.
--v=6Exibir os recursos solicitados.
--v=7Exibir cabeçalhos de solicitação HTTP.
--v=8Exibir conteúdo da solicitação HTTP.
--v=9Exiba o conteúdo da solicitação HTTP sem o truncamento do conteúdo.

Próximos passos

10 - Visão Geral de Autorização

Aprenda mais sobre autorização no Kubernetes, incluindo detalhes sobre criação de políticas utilizando módulos de autorização suportados.

No Kubernetes, você deve estar autenticado (conectado) antes que sua requisição possa ser autorizada (permissão concedida para acesso). Para obter informações sobre autenticação, visite Controlando Acesso à API do Kubernetes.

O Kubernetes espera atributos que são comuns a requisições de APIs REST. Isto significa que autorização no Kubernetes funciona com sistemas de controle de acesso a nível de organizações ou de provedores de nuvem que possam lidar com outras APIs além das APIs do Kubernetes.

Determinar se uma requisição é permitida ou negada

O Kubernetes autoriza requisições de API utilizando o servidor de API. Ele avalia todos os atributos de uma requisição em relação a todas as políticas disponíveis e permite ou nega a requisição. Todas as partes de uma requisição de API deve ser permitidas por alguma política para que possa prosseguir. Isto significa que permissões são negadas por padrão.

(Embora o Kubernetes use o servidor de API, controles de acesso e políticas que dependem de campos específicos de tipos específicos de objetos são tratados pelos controladores de admissão.)

Quando múltiplos módulos de autorização são configurados, cada um será verificado em sequência. Se qualquer dos autorizadores aprovarem ou negarem uma requisição, a decisão é imediatamente retornada e nenhum outro autorizador é consultado. Se nenhum módulo de autorização tiver nenhuma opinião sobre requisição, então a requisição é negada. Uma negação retorna um código de status HTTP 403.

Revisão de atributos de sua requisição

O Kubernetes revisa somente os seguintes atributos de uma requisição de API:

  • user - O string de user fornecido durante a autenticação.
  • group - A lista de nomes de grupos aos quais o usuário autenticado pertence.
  • extra - Um mapa de chaves de string arbitrárias para valores de string, fornecido pela camada de autenticação.
  • API - Indica se a solicitação é para um recurso de API.
  • Caminho da requisição - Caminho para diversos endpoints que não manipulam recursos, como /api ou /healthz.
  • Verbo de requisição de API - Verbos da API como get, list, create, update, patch, watch, delete e deletecollection que são utilizados para solicitações de recursos. Para determinar o verbo de requisição para um endpoint de recurso de API , consulte Determine o verbo da requisição.
  • Verbo de requisição HTTP - Métodos HTTP em letras minúsculas como get, post, put e delete que são utilizados para requisições que não são de recursos.
  • Recurso - O identificador ou nome do recurso que está sendo acessado (somente para requisições de recursos) - para requisições de recursos usando os verbos get, update, patch e delete, deve-se fornecer o nome do recurso.
  • Subrecurso - O sub-recurso que está sendo acessado (somente para solicitações de recursos).
  • Namespace - O namespace do objeto que está sendo acessado (somente para solicitações de recursos com namespace).
  • Grupo de API - O API Group sendo acessado (somente para requisições de recursos). Uma string vazia designa o Grupo de API core.

Determine o verbo da requisição

Requisições de não-recursos Requisições sem recursos de /api/v1/... ou /apis/<group>/<version>/... são considerados "requisições sem recursos" e usam o método HTTP em letras minúsculas da solicitação como o verbo. Por exemplo, uma solicitação GET para endpoints como /api ou /healthz usaria get como o verbo.

Requisições de recursos Para determinar o verbo de requisição para um endpoint de API de recurso, revise o verbo HTTP utilizado e se a requisição atua ou não em um recurso individual ou em uma coleção de recursos:

Verbo HTTPVerbo de Requisição
POSTcreate
GET, HEADget (para recursos individuais), list (para coleções, includindo o conteúdo do objeto inteiro), watch (para observar um recurso individual ou coleção de recursos)
PUTupdate
PATCHpatch
DELETEdelete (para recursos individuais), deletecollection (para coleções)

Às vezes, o Kubernetes verifica a autorização para permissões adicionais utilizando verbos especializados. Por exemplo:

  • PodSecurityPolicy
    • Verbo use em recursos podsecuritypolicies no grupo policy de API.
  • RBAC
    • Verbos bind e escalate em roles e recursos clusterroles no grupo rbac.authorization.k8s.io de API.
  • Authentication
    • Verbo impersonate em users, groups, e serviceaccounts no grupo de API core, e o userextras no grupo authentication.k8s.io de API.

Modos de Autorização

O servidor da API Kubernetes pode autorizar uma solicitação usando um dos vários modos de autorização:

  • Node - Um modo de autorização de finalidade especial que concede permissões a kubelets com base nos Pods que estão programados para execução. Para saber mais sobre como utilizar o modo de autorização do nó, consulte Node Authorization.
  • ABAC - Attribute-based access control (ABAC), ou Controle de acesso baseado em atributos, define um paradigma de controle de acesso pelo qual os direitos de acesso são concedidos aos usuários por meio do uso de políticas que combinam atributos. As políticas podem usar qualquer tipo de atributo (atributos de usuário, atributos de recurso, objeto, atributos de ambiente, etc.). Para saber mais sobre como usar o modo ABAC, consulte ABAC Mode.
  • RBAC - Role-based access control (RBAC), ou controle de acesso baseado em função, é um método de regular o acesso a recursos computacionais ou de rede com base nas funções de usuários individuais dentro de uma empresa. Nesse contexto, acesso é a capacidade de um usuário individual realizar uma tarefa específica, como visualizar, criar ou modificar um arquivo. Para saber mais sobre como usar o modo RBAC, consulte RBAC Mode
    • Quando especificado RBAC (Role-Based Access Control) usa o grupo de API rbac.authorization.k8s.io para orientar as decisões de autorização, permitindo que os administradores configurem dinamicamente as políticas de permissão por meio da API do Kubernetes.
    • Para habilitar o modo RBAC, inicie o servidor de API (apiserver) com a opção --authorization-mode=RBAC.
  • Webhook - Um WebHook é um retorno de chamada HTTP: um HTTP POST que ocorre quando algo acontece; uma simples notificação de evento via HTTP POST. Um aplicativo da Web que implementa WebHooks postará uma mensagem em um URL quando um determinado evento ocorrer. Para saber mais sobre como usar o modo Webhook, consulte Webhook Mode.

Verificando acesso a API

kubectl fornece o subcomando auth can-i para consultar rapidamente a camada de autorização da API. O comando usa a API SelfSubjectAccessReview para determinar se o usuário atual pode executar uma determinada ação e funciona independentemente do modo de autorização utilizado.

# "can-i create" = "posso criar"
kubectl auth can-i create deployments --namespace dev

A saída é semelhante a esta:

yes
# "can-i create" = "posso criar"
kubectl auth can-i create deployments --namespace prod

A saída é semelhante a esta:

no

Os administradores podem combinar isso com personificação de usuário para determinar qual ação outros usuários podem executar.

# "can-i list" = "posso listar"

kubectl auth can-i list secrets --namespace dev --as dave

A saída é semelhante a esta:

no

Da mesma forma, para verificar se uma ServiceAccount chamada dev-sa no Namespace dev pode listar Pods no namespace target:

# "can-i list" = "posso listar"
kubectl auth can-i list pods \
	--namespace target \
	--as system:serviceaccount:dev:dev-sa

A saída é semelhante a esta:

yes

SelfSubjectAccessReview faz parte do grupo de API authorization.k8s.io, que expõe a autorização do servidor de API para serviços externos. Outros recursos neste grupo inclui:

  • SubjectAccessReview - Revisão de acesso para qualquer usuário, não apenas o atual. Útil para delegar decisões de autorização para o servidor de API. Por exemplo, o kubelet e extensões de servidores de API utilizam disso para determinar o acesso do usuário às suas próprias APIs.

  • LocalSubjectAccessReview - Similar a SubjectAccessReview, mas restrito a um namespace específico.

  • SelfSubjectRulesReview - Uma revisão que retorna o conjunto de ações que um usuário pode executar em um namespace. Útil para usuários resumirem rapidamente seu próprio acesso ou para interfaces de usuário mostrarem ações.

Essas APIs podem ser consultadas criando recursos normais do Kubernetes, onde a resposta no campo status do objeto retornado é o resultado da consulta.

kubectl create -f - -o yaml << EOF
apiVersion: authorization.k8s.io/v1
kind: SelfSubjectAccessReview
spec:
  resourceAttributes:
    group: apps
    resource: deployments
    verb: create
    namespace: dev
EOF

A SelfSubjectAccessReview gerada seria:

apiVersion: authorization.k8s.io/v1
kind: SelfSubjectAccessReview
metadata:
  creationTimestamp: null
spec:
  resourceAttributes:
    group: apps
    resource: deployments
    namespace: dev
    verb: create
status:
  allowed: true
  denied: false

Usando flags para seu módulo de autorização

Você deve incluir uma flag em sua política para indicar qual módulo de autorização suas políticas incluem:

As seguintes flags podem ser utilizadas:

  • --authorization-mode=ABAC O modo de controle de acesso baseado em atributos (ABAC) permite configurar políticas usando arquivos locais.
  • --authorization-mode=RBAC O modo de controle de acesso baseado em função (RBAC) permite que você crie e armazene políticas usando a API do Kubernetes.
  • --authorization-mode=Webhook WebHook é um modo de retorno de chamada HTTP que permite gerenciar a autorização usando endpoint REST.
  • --authorization-mode=Node A autorização de nó é um modo de autorização de propósito especial que autoriza especificamente requisições de API feitas por kubelets.
  • --authorization-mode=AlwaysDeny Esta flag bloqueia todas as requisições. Utilize esta flag somente para testes.
  • --authorization-mode=AlwaysAllow Esta flag permite todas as requisições. Utilize esta flag somente se não existam requisitos de autorização para as requisições de API.

Você pode escolher mais de um modulo de autorização. Módulos são verificados em ordem, então, um modulo anterior tem maior prioridade para permitir ou negar uma requisição.

Escalonamento de privilégios através da criação ou edição da cargas de trabalho

Usuários que podem criar ou editar pods em um namespace diretamente ou através de um controlador como, por exemplo, um operador, conseguiriam escalar seus próprios privilégios naquele namespace.

Caminhos para escalonamento

  • Montagem de Secret arbitrários nesse namespace
    • Pode ser utilizado para acessar Secret destinados a outras cargas de trabalho
    • Pode ser utilizado para obter um token da conta de serviço com maior privilégio
  • Uso de contas de serviço arbitrárias nesse namespace
    • Pode executar ações da API do Kubernetes como outra carga de trabalho (personificação)
    • Pode executar quaisquer ações privilegiadas que a conta de serviço tenha acesso
  • Montagem de configmaps destinados a outras cargas de trabalho nesse namespace
    • Pode ser utilizado para obter informações destinadas a outras cargas de trabalho, como nomes de host de banco de dados.
  • Montagem de volumes destinados a outras cargas de trabalho nesse namespace
    • Pode ser utilizado para obter informações destinadas a outras cargas de trabalho e alterá-las.

Próximos passos

11 - kubeadm token

Os Bootstrap tokens são usados para estabelecer uma relação de confiança bidirecional entre um nó que se junta ao cluster e um nó do plano de controle, conforme descrito na autenticação com tokens de inicialização.

O kubeadm init cria um token inicial com um TTL de 24 horas. Os comandos a seguir permitem que você gerencie esse token e também crie e gerencie os novos.

kubeadm token create

Crie tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando criará um token de inicialização. Você pode especificar os usos para este token, o "tempo de vida" e uma descrição amigável, que é opcional.

O [token] é o token real para gravar. Este deve ser um token aleatório gerado com segurança da forma "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}". Se nenhum [token] for fornecido, o kubeadm gerará um token aleatório.

kubeadm token create [token]

Opções

--certificate-key string

Quando usado em conjunto com '--print-join-command', exibe a flag completa 'kubeadm join' necessária para se unir ao cluster como um nó de camada de gerenciamento. Para criar uma nova chave de certificado, você deve usar 'kubeadm init phase upload-certs --upload-certs'.

--config string

Caminho para o arquivo de configuração kubeadm.

--description string

Uma descrição amigável de como esse token é usado.

--groups strings     Padrão: "system:bootstrappers:kubeadm:default-node-token"

Grupos extras que este token autenticará quando usado para autenticação. Deve corresponder "\Asystem:bootstrappers:[a-z0-9:-]{0,255}[a-z0-9]\z"

-h, --help

ajuda para create

--print-join-command

Em vez de exibir apenas o token, exibe a flag completa 'kubeadm join' necessária para se associar ao cluster usando o token.

--ttl duração     Padrão: 24h0m0s

A duração antes do token ser excluído automaticamente (por exemplo, 1s, 2m, 3h). Se definido como '0', o token nunca expirará

--usages strings     Padrão: "signing,authentication"

Descreve as maneiras pelas quais esse token pode ser usado. Você pode passar --usages várias vezes ou fornecer uma lista de opções separada por vírgulas. Opções válidas: [signing,authentication]

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm token delete

Excluir tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando excluirá uma lista de tokens de inicialização para você.

O [token-value] é um Token completo na forma "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}" ou o ID do Token na forma "[a-z0-9]{6}" a ser excluído.

kubeadm token delete [token-value] ...

Opções

-h, --help

ajuda para delete

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm token generate

Gere e exiba um token de inicialização, mas não o crie no servidor

Sinopse

Este comando exibirá um token de inicialização gerado aleatoriamente que pode ser usado com os comandos "init" e "join".

Você não precisa usar este comando para gerar um token. Você pode fazer isso sozinho, desde que esteja no formato "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}". Este comando é fornecido por conveniência para gerar tokens no formato fornecido.

Você também pode usar "kubeadm init" sem especificar um token e ele gerará e exibirá um para você.

kubeadm token generate [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para generate

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm token list

Liste tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando listará todos os tokens de inicialização para você

kubeadm token list [flags]

Opções

--allow-missing-template-keys     Padrão: true

Se verdadeiro (true), ignora quaisquer erros nos modelos quando um campo ou chave de mapa estiver faltando no modelo. Aplica-se apenas aos formatos de saída golang e jsonpath.

-o, --experimental-output string     Padrão: "text"

Formato de saída. Valores válidos: text|json|yaml|go-template|go-template-file|template|templatefile|jsonpath|jsonpath-as-json|jsonpath-file.

-h, --help

ajuda para list

--show-managed-fields

Se verdadeiro (true), mantém os managedFields ao exibir os objetos no formato JSON ou YAML.

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Próximos passos

  • kubeadm join para inicializar um nó de carga de trabalho do Kubernetes e associá-lo ao cluster

12 - Problemas e Alertas de Segurança do Kubernetes

12.1 - Feed Oficial de CVE

FEATURE STATE: Kubernetes v1.25 [alpha]

Esta é uma lista, mantida pela comunidade, de CVEs oficiais anunciadas pelo Comitê de Resposta de Segurança do Kubernetes. Veja Informações de Segurança e Divulgação do Kubernetes para mais detalhes.

O projeto Kubernetes publica um Feed JSON, que pode ser programaticamente acessado, de questões de segurança publicadas. Você pode acessá-lo executando o seguinte comando:

curl -Lv https://k8s.io/docs/reference/issues-security/official-cve-feed/index.json
Official Kubernetes CVE List
CVE IDIssue SummaryCVE GitHub Issue URL
CVE-2022-3294Node address isn't always verified when proxying#113757
CVE-2022-3162Unauthorized read of Custom Resources#113756
CVE-2022-3172Aggregated API server can cause clients to be redirected (SSRF)#112513
CVE-2021-25749`runAsNonRoot` logic bypass for Windows containers#112192
CVE-2021-25741Symlink Exchange Can Allow Host Filesystem Access#104980
CVE-2021-25737Holes in EndpointSlice Validation Enable Host Network Hijack#102106
CVE-2021-3121Processes may panic upon receipt of malicious protobuf messages#101435
CVE-2021-25735Validating Admission Webhook does not observe some previous fields#100096
CVE-2020-8554Man in the middle using LoadBalancer or ExternalIPs#97076
CVE-2020-8566Ceph RBD adminSecrets exposed in logs when loglevel >= 4#95624
CVE-2020-8565Incomplete fix for CVE-2019-11250 allows for token leak in logs when logLevel >= 9#95623
CVE-2020-8564Docker config secrets leaked when file is malformed and log level >= 4#95622
CVE-2020-8563Secret leaks in kube-controller-manager when using vSphere provider#95621
CVE-2020-8557Node disk DOS by writing to container /etc/hosts#93032
CVE-2020-8559Privilege escalation from compromised node to cluster#92914
CVE-2020-8558Node setting allows for neighboring hosts to bypass localhost boundary#92315
CVE-2020-8555Half-Blind SSRF in kube-controller-manager#91542
CVE-2020-10749IPv4 only clusters susceptible to MitM attacks via IPv6 rogue router advertisements#91507
CVE-2019-11254kube-apiserver Denial of Service vulnerability from malicious YAML payloads#89535
CVE-2020-8552apiserver DoS (oom)#89378
CVE-2020-8551Kubelet DoS via API#89377
CVE-2019-11251kubectl cp symlink vulnerability#87773
CVE-2018-1002102Unvalidated redirect#85867
CVE-2019-11255CSI volume snapshot, cloning and resizing features can result in unauthorized volume data access or mutation#85233
CVE-2019-11253Kubernetes API Server JSON/YAML parsing vulnerable to resource exhaustion attack#83253
CVE-2019-11250Bearer tokens are revealed in logs#81114
CVE-2019-11248/debug/pprof exposed on kubelet's healthz port#81023
CVE-2019-11249Incomplete fixes for CVE-2019-1002101 and CVE-2019-11246, kubectl cp potential directory traversal#80984
CVE-2019-11247API server allows access to custom resources via wrong scope#80983
CVE-2019-11245container uid changes to root after first restart or if image is already pulled to the node#78308
CVE-2019-11243rest.AnonymousClientConfig() does not remove the serviceaccount credentials from config created by rest.InClusterConfig()#76797
CVE-2019-11244`kubectl:-http-cache=<world-accessible dir>` creates world-writeable cached schema files#76676
CVE-2019-1002100json-patch requests can exhaust apiserver resources#74534
CVE-2018-1002105proxy request handling in kube-apiserver can leave vulnerable TCP connections#71411
CVE-2018-1002101smb mount security issue#65750
CVE-2018-1002100Kubectl copy doesn't check for paths outside of it's destination directory.#61297
CVE-2017-1002102atomic writer volume handling allows arbitrary file deletion in host filesystem#60814
CVE-2017-1002101subpath volume mount handling allows arbitrary file access in host filesystem#60813
CVE-2017-1002100Azure PV should be Private scope not Container scope#47611
CVE-2017-1000056PodSecurityPolicy admission plugin authorizes incorrectly#43459

Este feed é automaticamente atualizado, mas com um pequeno atraso perceptível (minutos a horas), desde o momento em que um CVE é anunciado até o momento em que é acessível neste feed.

A fonte deste feed é um conjunto de issues do GitHub, filtrado pelo rótulo controlado e restrito official-cve-feed. Os dados brutos são armazenados em um Google Cloud Bucket que é somente escrito por um pequeno número de membros confiáveis da Comunidade.

13 - kubeadm version

Este comando exibe a versão do kubeadm.

Exibe a versão do kubeadm

Sinopse

Exibe a versão do kubeadm

kubeadm version [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para version

-o, --output string

Formato de saída; as opções disponíveis são 'yaml', 'json' e 'short'

Opção herdada do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

14 - kubeadm alpha

Atualmente, não há comandos experimentais sob o kubeadm alpha.

Próximos passos

  • kubeadm init para inicializar um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes
  • kubeadm join para inicializar um nó worker do Kubernetes e associá-lo ao cluster
  • kubeadm reset para reverter quaisquer alterações feitas neste host pelo kubeadm init ou kubeadm join

15 - kubeadm certs

O kubeadm certs fornece os utilitários para gerenciar os certificados. Para obter mais detalhes sobre como esses comandos podem ser usados, consulte Gerenciamento de Certificados com o kubeadm.

kubeadm certs

Um conjunto de utilitários para usar os certificados Kubernetes

Comandos relacionados ao manuseio de certificados kubernetes

Sinopse

Comandos relacionados ao manuseio de certificados kubernetes

Opções

-h, --help

ajuda para certs

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm certs renew

Você pode renovar todos os certificados Kubernetes usando o subcomando all ou renová-los seletivamente. Para mais detalhes, consulte Manual de renovação do certificado.

Renove certificados para um cluster Kubernetes

Sinopse

Este comando não deve ser executado sozinho. Veja a lista de subcomandos disponíveis.

kubeadm certs renew [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para renew

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renovar todos os certificados disponíveis

Sinopse

Renove todos os certificados conhecidos e necessários para executar a camada de gerenciamento. As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração. As renovações também podem ser executadas individualmente para obter mais controle.

kubeadm certs renew all [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para all

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o administrador e o kubeadm usarem

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o administrador e o kubeadm usarem.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificados do K8s para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew admin.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados.

--config string

O caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para o admin.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado que o apiserver usa para acessar o etcd.

Sinopse

Renove o certificado que o apiserver usa para acessar o etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificado K8s para renovação do certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver-etcd-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver-etcd-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para o servidor API se conectar ao kubelet

Sinopse

Renove o certificado para o servidor da API se conectar ao kubelet.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificado do K8s para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver-kubelet-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver-kubelet-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para servir a API do Kubernetes

Sinopse

Renove o certificado para servir a API do Kubernetes.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver [flags]

Opções

--cert-dir string     Default: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o uso do gerenciador de controladores.

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o uso do gerenciador de controladores.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew controller-manager.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para controller-manager.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para liveness probes para verificar a integridade do etcd

Sinopse

Renove o certificado para liveness probes para verificar a integridade do etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-healthcheck-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-healthcheck-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para nós etcd se comunicarem uns com os outros

Sinopse

Renove o certificado para nós etcd se comunicarem uns com os outros.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-peer [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-peer

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para servir o etcd

Sinopse

Renove o certificado para servir o etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-server [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-server

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado para o cliente front proxy

Sinopse

Renove o certificado para o cliente front proxy.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew front-proxy-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para front-proxy-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o gerenciador de agendamento usar

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o gerenciador de agendamento usar.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew scheduler.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para scheduler.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm certs certificate-key

Este comando pode ser usado para gerar uma nova chave do certificado da camada de gerenciamento. A chave pode ser passada como --certificate-key to kubeadm init e kubeadm join para permitir uma cópia automática dos certificados ao unir nós adicionais a camada de gerenciamento.

Gerar as chaves de certificado

Sinopse

Este comando exibirá uma chave de certificado segura gerada aleatoriamente que pode ser usada com o comando "init".

Você também pode usar "kubeadm init --upload-certs" sem especificar uma chave de certificado e ela irá gerar e exibir uma para você.

kubeadm certs certificate-key [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para certificate-key

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm certs check-expiration

Este comando verifica a expiração dos certificados na PKI local gerenciada pelo kubeadm. Para mais detalhes, consulte Verificar a expiração do certificado.

Verifique a expiração dos certificados para um cluster Kubernetes

Sinopse

Verifica a expiração dos certificados PKI local gerenciados pelo kubeadm.

kubeadm certs check-expiration [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para check-expiration

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig usado na comunicação com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais padrão pode ser pesquisado em busca de um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm certs generate-csr

Este comando pode ser usado para gerar chaves e CSRs para todos os certificados da camada de gerenciamento e arquivos kubeconfig. O usuário pode então assinar os CSRs com uma autoridade de certificação de sua escolha.

Gerar chaves e solicitações de assinatura de certificados

Sinopse

Gera as chaves e as solicitações de assinatura de certificados (CSRs) para todos os certificados necessários para executar a camada de gerenciamento. Este comando também gera os arquivos kubeconfig parciais com dados de chave privada no campo "users > user > client-key-data" e, para cada arquivo kubeconfig, um arquivo ".csr" correspondente é criado.

Esse comando foi projetado para uso no modo de CA externo do Kubeadm. Ele gera CSRs que você pode enviar à sua autoridade de certificação externa para assinatura.

Os certificados PEM assinados e codificados devem ser salvos juntamente com os arquivos da chave, usando ".crt" como extensão de arquivo ou, no caso de arquivos kubeconfig, o certificado assinado codificado no formato PEM deve ser codificado em base64 e adicionado ao arquivo kubeconfig no campo "users > user > client-certificate-data".

kubeadm certs generate-csr [flags]

Exemplos

  # O comando a seguir gera as chaves e CSRs para todos os certificados do plano de controle e arquivos kubeconfig: 
  kubeadm certs generate-csr --kubeconfig-dir /tmp/etc-k8s --cert-dir /tmp/etc-k8s/pki

Opções

--cert-dir string

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para generate-csr

--kubeconfig-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes"

O caminho para salvar o arquivo kubeconfig.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Próximos passos

  • kubeadm init para inicializar um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes
  • kubeadm join para inicializar um nó de carga de trabalho do Kubernetes e associá-lo ao cluster
  • kubeadm reset para reverter quaisquer alterações feitas, neste host, pelo kubeadm init ou kubeadm join

16 - kubeadm kubeconfig

kubeadm kubeconfig fornece utilitários para gerenciar arquivos kubeconfig.

Para exemplos de uso do comando kubeadm kubeconfig user, consulte Gerando arquivos kubeconfig para usuários adicionais.

kubeadm kubeconfig

Utilitários de arquivo Kubeconfig

Sinopse

Utilitários de arquivo Kubeconfig.

Opções

-h, --help

ajuda para kubeconfig

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

kubeadm kubeconfig user

Esse comando pode ser usado para gerar um arquivo kubeconfig para um usuário adicional.

Saída do arquivo kubeconfig para um usuário adicional.

Sinopse

Exibe o arquivo kubeconfig para um usuário adicional.

kubeadm kubeconfig user [flags]

Exemplos

  # Exibe um arquivo kubeconfig para um usuário adicional chamado foo usando um arquivo bar de configuração
  kubeadm kubeconfig user --client-name=foo --config=bar

Opções

--client-name string

O nome do usuário. Será usado como CN se os certificados do cliente forem criados.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para user

--org strings

As organizações do certificado do cliente. Será usado como O se os certificados de cliente forem criados.

--token string

O token que deve ser usado como mecanismo de autenticação para esse kubeconfig, em vez de certificados de cliente

--validity-period duração     Padrão: 8760h0m0s

O período de validade do certificado do cliente. É um deslocamento da hora atual.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

17 - kubeadm upgrade phase

Na versão v1.15.0, o kubeadm introduziu suporte preliminar para as fases kubeadm upgrade node. Fases para outros subcomandos kubeadm upgrade, tal como apply, podem ser adicionadas nas seguintes versões.

kubeadm upgrade node phase

Usando essa fase, você pode optar por executar as etapas separadas da atualização de nós, sejam eles nós secundários da camada de gerenciamento ou nós de execução de cargas de trabalho. Observe que kubeadm upgrade apply ainda precisa ser chamado em um nó principal da camada de gerenciamento.

Use este comando para invocar uma fase única do fluxo de trabalho do nó

Sinopse

Use este comando para invocar uma fase única do fluxo de trabalho do nó

Opções

-h, --help

ajuda para fase

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Execute verificações antes de atualização do nó

Sinopse

Execute verificações antes de atualização do nó

kubeadm upgrade node phase preflight [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para preflight

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações cujos erros serão mostrados como avisos. Exemplo: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Atualiza a instância da camada de gerenciamento instalada nesse nó, se houver

Sinopse

Atualiza a instância da camada de gerenciamento instalada nesse nó, se houver

kubeadm upgrade node phase control-plane [flags]

Opções

--certificate-renewal     Padrão: true

Executa a renovação dos certificados usados pelo componente alterado durante as atualizações.

--dry-run

Não altera nenhum estado, apenas produz as ações que seriam executadas.

--etcd-upgrade     Padrão: true

Atualiza o etcd.

-h, --help

ajuda para o comando control-plane

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, uma série de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--patches string

O caminho para um diretório que contém arquivos chamados "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou apenas "etcd.json". "target" são "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser um dos "strategic", "merge" or "json"e eles correspondem aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O padrão "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional que pode ser usada para determinar a ordem de aplicação dos patches alfanumericamente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Atualize a configuração do kubelet para este nó

Sinopse

Baixa no cluster o ConfigMap de configuração do kubelet no formato "kubelet-config-1.X", onde X é a menor versão do kubelet. O kubeadm usa o campo KuberneteVersion no ConfigMap kubeadm-config para determinar qual é a versão desejada do kubelet.

kubeadm upgrade node phase kubelet-config [flags]

Opções

--dry-run

Não altera nenhum estado, apenas produz as ações que seriam executadas.

-h, --help

ajuda para kubelet-config

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, uma série de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

Próximos passos

  • kubeadm init para inicializar um nó da camada de gerenciamento do Kubernetes
  • kubeadm join para inicializar um nó worker do Kubernetes e associá-lo ao cluster
  • kubeadm reset para reverter quaisquer alterações feitas, neste host, pelo kubeadm init ou kubeadm join
  • kubeadm upgrade para atualizar um cluster Kubernetes para uma versão mais recente
  • kubeadm alpha para visualizar um conjunto de recursos disponibilizados para coletar feedback da comunidade

18 -

Comandos relacionados ao manuseio de certificados kubernetes

Sinopse

Comandos relacionados ao manuseio de certificados kubernetes

Opções

-h, --help

ajuda para certs

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

19 -

Gerar as chaves de certificado

Sinopse

Este comando exibirá uma chave de certificado segura gerada aleatoriamente que pode ser usada com o comando "init".

Você também pode usar "kubeadm init --upload-certs" sem especificar uma chave de certificado e ela irá gerar e exibir uma para você.

kubeadm certs certificate-key [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para certificate-key

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

20 -

Verifique a expiração dos certificados para um cluster Kubernetes

Sinopse

Verifica a expiração dos certificados PKI local gerenciados pelo kubeadm.

kubeadm certs check-expiration [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para check-expiration

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig usado na comunicação com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais padrão pode ser pesquisado em busca de um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

21 -

Gerar chaves e solicitações de assinatura de certificados

Sinopse

Gera as chaves e as solicitações de assinatura de certificados (CSRs) para todos os certificados necessários para executar a camada de gerenciamento. Este comando também gera os arquivos kubeconfig parciais com dados de chave privada no campo "users > user > client-key-data" e, para cada arquivo kubeconfig, um arquivo ".csr" correspondente é criado.

Esse comando foi projetado para uso no modo de CA externo do Kubeadm. Ele gera CSRs que você pode enviar à sua autoridade de certificação externa para assinatura.

Os certificados PEM assinados e codificados devem ser salvos juntamente com os arquivos da chave, usando ".crt" como extensão de arquivo ou, no caso de arquivos kubeconfig, o certificado assinado codificado no formato PEM deve ser codificado em base64 e adicionado ao arquivo kubeconfig no campo "users > user > client-certificate-data".

kubeadm certs generate-csr [flags]

Exemplos

  # O comando a seguir gera as chaves e CSRs para todos os certificados do plano de controle e arquivos kubeconfig: 
  kubeadm certs generate-csr --kubeconfig-dir /tmp/etc-k8s --cert-dir /tmp/etc-k8s/pki

Opções

--cert-dir string

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para generate-csr

--kubeconfig-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes"

O caminho para salvar o arquivo kubeconfig.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

22 -

Renove certificados para um cluster Kubernetes

Sinopse

Este comando não deve ser executado sozinho. Veja a lista de subcomandos disponíveis.

kubeadm certs renew [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para renew

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

23 -

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o administrador e o kubeadm usarem

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o administrador e o kubeadm usarem.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificados do K8s para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew admin.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados.

--config string

O caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para o admin.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

24 -

Renovar todos os certificados disponíveis

Sinopse

Renove todos os certificados conhecidos e necessários para executar a camada de gerenciamento. As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração. As renovações também podem ser executadas individualmente para obter mais controle.

kubeadm certs renew all [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para all

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

25 -

Renove o certificado que o apiserver usa para acessar o etcd.

Sinopse

Renove o certificado que o apiserver usa para acessar o etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificado K8s para renovação do certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver-etcd-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver-etcd-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

26 -

Renove o certificado para o servidor API se conectar ao kubelet

Sinopse

Renove o certificado para o servidor da API se conectar ao kubelet.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar a API de certificado do K8s para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver-kubelet-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver-kubelet-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

27 -

Renove o certificado para servir a API do Kubernetes

Sinopse

Renove o certificado para servir a API do Kubernetes.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew apiserver [flags]

Opções

--cert-dir string     Default: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para apiserver

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

28 -

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o uso do gerenciador de controladores.

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o uso do gerenciador de controladores.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew controller-manager.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para controller-manager.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

29 -

Renove o certificado para liveness probes para verificar a integridade do etcd

Sinopse

Renove o certificado para liveness probes para verificar a integridade do etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-healthcheck-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-healthcheck-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

30 -

Renove o certificado para nós etcd se comunicarem uns com os outros

Sinopse

Renove o certificado para nós etcd se comunicarem uns com os outros.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-peer [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-peer

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

31 -

Renove o certificado para servir o etcd

Sinopse

Renove o certificado para servir o etcd.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew etcd-server [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para etcd-server

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

32 -

Renove o certificado para o cliente front proxy

Sinopse

Renove o certificado para o cliente front proxy.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew front-proxy-client [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para front-proxy-client

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

33 -

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o gerenciador de agendamento usar

Sinopse

Renove o certificado incorporado no arquivo kubeconfig para o gerenciador de agendamento usar.

As renovações são executadas incondicionalmente, independentemente da data de expiração do certificado; atributos extras, como SANs, serão baseados no arquivo/certificados existentes, não há necessidade de informá-los novamente.

A renovação, por padrão, tenta usar a autoridade de certificação na PKI local gerenciada pelo kubeadm; como alternativa, é possível usar o certificado K8s da API para renovação de certificado, ou como última opção, para gerar uma solicitação CSR.

Após a renovação, para tornar as alterações efetivas, é necessário reiniciar os componentes da camada de gerenciamento e, eventualmente, redistribuir o certificado renovado, caso o arquivo seja usado em outro lugar.

kubeadm certs renew scheduler.conf [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar os certificados

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para scheduler.conf

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

34 -

Exibe uma lista de imagens que o kubeadm usará. O arquivo de configuração é usado caso quaisquer imagens ou repositórios de imagens sejam personalizados.

Sinopse

Exibe uma lista de imagens que o kubeadm usará. O arquivo de configuração é usado caso quaisquer imagens ou repositórios de imagens sejam personalizados.

kubeadm config images list [flags]

Opções

--allow-missing-template-keys     Padrão: true

Se verdadeiro (true), ignore quaisquer erros nos modelos quando um campo ou chave de mapa estiver faltando no modelo. Aplica-se apenas aos formatos de saída golang e jsonpath.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-o, --experimental-output string     Padrão: "text"

Formato de saída. Valores válidos: text|json|yaml|go-template|go-template-file|template|templatefile|jsonpath|jsonpath-as-json|jsonpath-file.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descrevem opções para vários recursos. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALPHA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALPHA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (ALPHA - padrão=false)

-h, --help

ajuda para list

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Escolha um registro de contêineres para baixar imagens da camada de gerenciamento

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Escolha uma versão específica do Kubernetes para a camada de gerenciamento.

--show-managed-fields

Se verdadeiro, mantém os managedFields ao exibir os objetos no formato JSON ou YAML.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

35 -

Puxe imagens usadas pelo kubeadm

Sinopse

Baixa imagens usadas pelo kubeadm

kubeadm config images pull [flags]

Opções

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

--cri-socket string

Caminho para se conectar ao socket CRI. Se vazio, o kubeadm tentará detectar automaticamente esse valor; use essa opção somente se você tiver mais de um CRI instalado ou se tiver um socket CRI não padrão.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descrevem feature gates para vários recursos. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALPHA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALPHA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (ALPHA - padrão=false)

-h, --help

ajuda para pull

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Escolha um registro de contêineres para baixar imagens da camada de gerenciamento

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Escolha uma versão específica do Kubernetes para a camada de gerenciamento.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

36 -

Leia uma versão mais antiga dos tipos de API de configuração do kubeadm a partir de um arquivo e envie o objeto de configuração semelhante para a versão mais recente

Sinopse

Esse comando permite converter objetos de configuração de versões mais antigas para a versão mais recente suportada, localmente na ferramenta CLI sem nunca tocar em nada no cluster. Nesta versão do kubeadm, as seguintes versões da API são suportadas:

  • Kubeadm.k8s.io/v1beta3

Além disso, o kubeadm só pode escrever a configuração da versão "kubeadm.k8s.io/v1beta3", mas pode ler os dois tipos. Portanto, independentemente da versão que você passar para o parâmetro --old-config , o objeto API será lido, desserializado, padronizado, convertido, validado e serializado novamente quando escrito no stdout ou --new-config, se especificado.

Em outras palavras, a saída deste comando é o que o kubeadm realmente leria internamente se você enviasse este arquivo para "kubeadm init"

kubeadm config migrate [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para migrate

--new-config string

Caminho para o arquivo de configuração kubeadm equivalente usando a nova versão da API. Opcional, se não for especificado, a saída será enviada para o STDOUT.

--old-config string

Caminho para o arquivo de configuração do kubeadm que está usando uma versão antiga da API e que deve ser convertido. Essa flag é obrigatória.

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

37 -

Exibe configurações

Sinopse

Este comando exibe as configurações para subcomandos fornecidos. Para mais detalhes, consulte: https://pkg.go.dev/k8s.io/kubernetes/cmd/kubeadm/app/apis/kubeadm#section-directories

kubeadm config print [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para print

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

38 -

Exibe a configuração de inicialização padrão, que pode ser usada para 'kubeadm init'

Sinopse

Este comando exibe objetos, como a configuração de inicialização padrão que é usada para 'kubeadm init'.

Observe que os valores confidenciais, como os campos do Token Bootstrap, são substituídos por valores de exemplo como "abcdef.0123456789abcdef", a fim de passar na validação, mas não executar o cálculo real para criar um token.

kubeadm config print init-defaults [flags]

Opções

--component-configs strings

Uma lista dos objetos da API de configuração, separados por vírgulas, exibirá os valores padrão. Valores disponíveis: [KubeProxyConfiguration KubeletConfiguration]. Se essa flag não estiver definida, nenhuma configuração de componente será impressa.

-h, --help

ajuda para init-defaults

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

39 -

Exibe a configuração padrão do join, que pode ser usada para 'kubeadm join'

Sinopse

Este comando exibe objetos como a configuração padrão de join que é usada para 'kubeadm join'.

Observe que valores confidenciais, como os campos do Token Bootstrap, são substituídos por valores de exemplo como "abcdef.0123456789abcdef", a fim de passar na validação, mas não executar o cálculo real para criar um token.

kubeadm config print join-defaults [flags]

Opções

--component-configs strings

Uma lista dos objetos da API de configuração, separados por vírgulas, exibirá os valores padrão. Valores disponíveis: [KubeProxyConfiguration KubeletConfiguration]. Se essa flag não estiver definida, nenhuma configuração de componente será impressa.

-h, --help

ajuda para join-defaults

Opções herdadas do comando superior

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

40 -

Rode este comando para configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes

Sinopse

Rode este comando para configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes

O comando "init" executa as fases abaixo:

preflight                    Efetua as verificações pré-execução
certs                        Geração de certificados
  /ca                          Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada do Kubernetes para provisionamento de identidades para outros componentes do Kubernetes
  /apiserver                   Gera o certificado para o servidor da API do Kubernetes
  /apiserver-kubelet-client    Gera o certificado para o servidor da API se conectar ao Kubelet
  /front-proxy-ca              Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada para provisionamento de identidades para o front proxy
  /front-proxy-client          Gera o certificado para o cliente do front proxy
  /etcd-ca                     Gera a autoridade de certificação (CA) auto-assinada para provisionamento de identidades para o etcd
  /etcd-server                 Gera o certificado para servir o etcd
  /etcd-peer                   Gera o certificado para comunicação entre nós do etcd
  /etcd-healthcheck-client     Gera o certificado para liveness probes fazerem a verificação de integridade do etcd
  /apiserver-etcd-client       Gera o certificado que o servidor da API utiliza para comunicar-se com o etcd
  /sa                          Gera uma chave privada para assinatura de tokens de conta de serviço, juntamente com sua chave pública
kubeconfig                   Gera todos os arquivos kubeconfig necessários para estabelecer a camada de gerenciamento e o arquivo kubeconfig de administração
  /admin                       Gera um arquivo kubeconfig para o administrador e o próprio kubeadm utilizarem
  /kubelet                     Gera um arquivo kubeconfig para o kubelet utilizar *somente* para fins de inicialização do cluster
  /controller-manager          Gera um arquivo kubeconfig para o gerenciador de controladores utilizar
  /scheduler                   Gera um arquivo kubeconfig para o escalonador do Kubernetes utilizar
kubelet-start                Escreve as configurações do kubelet e (re)inicializa o kubelet
control-plane                Gera todos os manifestos de Pods estáticos necessários para estabelecer a camada de gerenciamento
  /apiserver                   Gera o manifesto do Pod estático do kube-apiserver
  /controller-manager          Gera o manifesto do Pod estático do kube-controller-manager
  /scheduler                   Gera o manifesto do Pod estático do kube-scheduler
etcd                         Gera o manifesto do Pod estático para um etcd local
  /local                       Gera o manifesto do Pod estático para uma instância local e de nó único do etcd
upload-config                Sobe a configuração do kubeadm e do kubelet para um ConfigMap
  /kubeadm                     Sobe a configuração ClusterConfiguration do kubeadm para um ConfigMap
  /kubelet                     Sobe a configuração do kubelet para um ConfigMap
upload-certs                 Sobe os certificados para o kubeadm-certs
mark-control-plane           Marca um nó como parte da camada de gerenciamento
bootstrap-token              Gera tokens de autoinicialização utilizados para associar um nó a um cluster
kubelet-finalize             Atualiza configurações relevantes ao kubelet após a inicialização TLS
  /experimental-cert-rotation  Habilita rotação de certificados do cliente do kubelet
addon                        Instala os addons requeridos para passar nos testes de conformidade
  /coredns                     Instala o addon CoreDNS em um cluster Kubernetes
  /kube-proxy                  Instala o addon kube-proxy em um cluster Kubernetes
kubeadm init [flags]

Opções

--apiserver-advertise-address string

O endereço IP que o servidor da API irá divulgar que está escutando. Quando não informado, a interface de rede padrão é utilizada.

--apiserver-bind-port int32     Padrão: 6443

Porta para o servidor da API conectar-se.

--apiserver-cert-extra-sans strings

Nomes alternativos (Subject Alternative Names, ou SANs) opcionais a serem adicionados ao certificado utilizado pelo servidor da API. Pode conter endereços IP ou nomes DNS.

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para salvar e armazenar certificados.

--certificate-key string

Chave utilizada para encriptar os certificados da camada de gerenciamento no Secret kubeadm-certs.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração do kubeadm.

--control-plane-endpoint string

Especifica um endereço IP estável ou nome DNS para a camada de gerenciamento.

--cri-socket string

Caminho para o soquete CRI se conectar. Se vazio, o kubeadm tentará autodetectar este valor; utilize esta opção somente se você possui mais que um CRI instalado ou se você possui um soquete CRI fora do padrão.

--dry-run

Não aplica as modificações; apenas imprime as alterações que seriam efetuadas.

--feature-gates string

Um conjunto de pares chave=valor que descreve feature gates para várias funcionalidades. As opções são:
PublicKeysECDSA=true|false (ALFA - padrão=false)
RootlessControlPlane=true|false (ALFA - padrão=false)
UnversionedKubeletConfigMap=true|false (BETA - padrão=true)

-h, --help

ajuda para init

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações para as quais erros serão exibidos como avisos. Exemplos: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--image-repository string     Padrão: "k8s.gcr.io"

Seleciona um registro de contêineres de onde baixar imagens.

--kubernetes-version string     Padrão: "stable-1"

Seleciona uma versão do Kubernetes específica para a camada de gerenciamento.

--node-name string

Especifica o nome do nó.

--patches string

Caminho para um diretório contendo arquivos nomeados no padrão "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou somente "etcd.json". "target" pode ser um dos seguintes valores: "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser "strategic", "merge" ou "json" e corresponde aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O valor padrão para "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional utilizada para determinar quais patches são aplicados primeiro em ordem alfanumérica.

--pod-network-cidr string

Especifica um intervalo de endereços IP para a rede do Pod. Quando especificado, a camada de gerenciamento irá automaticamente alocar CIDRs para cada nó.

--service-cidr string     Padrão: "10.96.0.0/12"

Utiliza um intervalo alternativo de endereços IP para VIPs de serviço.

--service-dns-domain string     Padrão: "cluster.local"

Utiliza um domínio alternativo para os serviços. Por exemplo, "myorg.internal".

--skip-certificate-key-print

Não exibe a chave utilizada para encriptar os certificados da camada de gerenciamento.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas.

--skip-token-print

Pula a impressão do token de autoinicialização padrão gerado pelo comando 'kubeadm init'.

--token string

O token a ser utilizado para estabelecer confiança bidirecional entre nós de carga de trabalho e nós da camada de gerenciamento. O formato segue a expressão regular [a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16} - por exemplo, abcdef.0123456789abcdef.

--token-ttl duration     Padrão: 24h0m0s

A duração de tempo de um token antes deste ser automaticamente apagado (por exemplo, 1s, 2m, 3h). Quando informado '0', o token não expira.

--upload-certs

Sobe os certificados da camada de gerenciamento para o Secret kubeadm-certs.

Opções herdadas de comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o sistema de arquivos raiz 'real' do host.

41 -

Rode este comando em qualquer máquina que você deseje adicionar a um cluster existente

Sinopse

Ao associar um novo nó a um cluster inicializado com kubeadm, temos que estabelecer a confiança bidirecional. Este processo é dividido entre a descoberta (em que o nó estabelece a confiança na camada de gerenciamento do Kubernetes) e a inicialização TLS (em que a camada de gerenciamento do Kubernetes estabelece a confiança no nó).

Existem duas principais formas de descoberta. A primeira delas é o uso de um token compartilhado, juntamente com o endereço IP do servidor da API. A segunda é o fornecimento de um arquivo - um subconjunto do arquivo kubeconfig padrão. O arquivo de descoberta/kubeconfig suporta autenticação por token, plugins de autenticação do client-go ("exec"), "tokenFile" e "authProvider". Este arquivo pode ser um arquivo local ou um arquivo baixado através de uma URL HTTPS. Os formatos são kubeadm join --discovery-token abcdef.1234567890abcdef 1.2.3.4:6443, kubeadm join --discovery-file caminho/para/arquivo.conf, ou kubeadm join --discovery-file https://endereco/arquivo.conf. Somente um formato pode ser utilizado. Se os dados para a descoberta são carregados de uma URL, o protocolo HTTPS deve ser utilizado. Neste caso, o conjunto de CAs instalado no host é utilizado para verificar a conexão.

Se você utilizou um token compartilhado para descoberta, você deve também passar a opção --discovery-token-ca-cert-hash para validar a chave pública da autoridade de certificação raiz (CA) apresentada pela camada de gerenciamento do Kubernetes. O valor desta opção é especificado no formato "<tipo-de-hash>:<valor-codificado-em-hexadecimal>", onde o tipo de hash suportado é "sha256". O hash é calculado a partir dos bytes do objeto Subject Public Key Info (SPKI), como especificado pela RFC7469. Este valor fica disponível na saída do comando kubeadm init ou pode ser calculado utilizando ferramentas padronizadas. A opção --discovery-token-ca-cert-hash pode ser especificada múltiplas vezes para permitir informar mais que uma chave pública.

Se você não puder obter o hash da chave pública da autoridade de certificação de antemão, você pode passar a opção --discovery-token-unsafe-skip-ca-verification para desabilitar esta verificação. Esta opção enfraquece o modelo de segurança do kubeadm, já que outros nós podem potencialmente personificar a camada de gerenciamento do Kubernetes.

O mecanismo de inicialização TLS também é conduzido por um token compartilhado. Este token é utilizado para temporariamente autenticar-se com a camada de gerenciamento do Kubernetes para enviar uma requisição de assinatura de certificado (CSR) para um par de chaves criado localmente. Por padrão, o kubeadm irá configurar a camada de gerenciamento do Kubernetes para automaticamente aprovar estas requisições de assinatura. O token é enviado através da opção --tls-bootstrap-token abcdef.1234567890abcdef.

Frequentemente, o mesmo token é utilizado para ambas as partes. Neste caso, a opção --token pode ser utilizada ao invés de especificar cada token individualmente.

O comando join [api-server-endpoint] executa as seguintes fases:

preflight               Executa as verificações pré-execução
control-plane-prepare   Prepara a máquina para servir um nó da camada de gerenciamento
  /download-certs        [EXPERIMENTAL] Baixa certificados compartilhados entre nós da camada de gerenciamento do Secret kubeadm-certs
  /certs                 Gera os certificados para os novos componentes da camada de gerenciamento
  /kubeconfig            Gera o arquivo kubeconfig para os novos componentes da camada de gerenciamento
  /control-plane         Gera os manifestos para os novos componentes da camada de gerenciamento
kubelet-start          Escreve as configurações do kubelet, os certificados, e (re)inicia o kubelet
control-plane-join     Associa uma máquina como uma instância da camada de gerenciamento
  /etcd                  Adiciona como um novo membro do etcd local
  /update-status         Registra o novo nó da camada de gerenciamento no objeto ClusterStatus mantido no ConfigMap kubeadm-config (DESCONTINUADO)
  /mark-control-plane    Marca um nó como nó da camada de gerenciamento
kubeadm join [api-server-endpoint] [flags]

Opções

--apiserver-advertise-address string

Se o nó hospedar uma nova instância da camada de gerenciamento, este é o endereço IP que servidor da API irá anunciar que está aguardando conexões. Quando não especificado, a interface de rede padrão é utilizada.

--apiserver-bind-port int32     Default: 6443

Se o nó hospedar uma nova instância da camada de gerenciamento, a porta que o servidor da API deve conectar-se.

--certificate-key string

Chave utilizada para decriptar as credenciais do certificado enviadas pelo comando init.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração do kubeadm.

--control-plane

Cria uma nova instância da camada de gerenciamento neste nó.

--cri-socket string

Caminho para o soquete CRI conectar-se. Se vazio, o kubeadm tentará autodetectar este valor; utilize esta opção somente se você possui mais que um CRI instalado ou se você possui um soquete CRI fora do padrão.

--discovery-file string

Para descoberta baseada em arquivo, um caminho de arquivo ou uma URL de onde a informação do cluster deve ser carregada.

--discovery-token string

Para descoberta baseada em token, o token utilizado para validar a informação do cluster obtida do servidor da API.

--discovery-token-ca-cert-hash strings

Para descoberta baseada em token, verifica que a chave pública do CA raiz corresponde a este hash (formato: "<tipo>:<valor>").

--discovery-token-unsafe-skip-ca-verification

Para descoberta baseada em token, permite associar-se ao cluster sem fixação da autoridade de certificação (opção --discovery-token-ca-cert-hash).

--dry-run

Não aplica as modificações; apenas imprime as alterações que seriam efetuadas.

-h, --help

ajuda para join

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações para as quais erros serão exibidos como avisos. Exemplos: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--node-name string

Especifica o nome do nó.

--patches string

Caminho para um diretório contendo arquivos nomeados no padrão "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou somente "etcd.json". "target" pode ser um dos seguintes valores: "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser "strategic", "merge" ou "json" e corresponde aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O valor padrão para "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional utilizada para determinar quais patches são aplicados primeiro em ordem alfanumérica.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas.

--tls-bootstrap-token string

Especifica o token a ser utilizado para autenticar temporariamente com a camada de gerenciamento do Kubernetes durante o processo de associação do nó ao cluster.

--token string

Utiliza este token em ambas as opções discovery-token e tls-bootstrap-token quando tais valores não são informados.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o sistema de arquivos raiz 'real' do host.

42 -

Utilitários de arquivo Kubeconfig

Sinopse

Utilitários de arquivo Kubeconfig.

Opções

-h, --help

ajuda para kubeconfig

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

43 -

Saída do arquivo kubeconfig para um usuário adicional.

Sinopse

Exibe o arquivo kubeconfig para um usuário adicional.

kubeadm kubeconfig user [flags]

Exemplos

  # Exibe um arquivo kubeconfig para um usuário adicional chamado foo usando um arquivo bar de configuração
  kubeadm kubeconfig user --client-name=foo --config=bar

Opções

--client-name string

O nome do usuário. Será usado como CN se os certificados do cliente forem criados.

--config string

Caminho para um arquivo de configuração kubeadm.

-h, --help

ajuda para user

--org strings

As organizações do certificado do cliente. Será usado como O se os certificados de cliente forem criados.

--token string

O token que deve ser usado como mecanismo de autenticação para esse kubeconfig, em vez de certificados de cliente

--validity-period duração     Padrão: 8760h0m0s

O período de validade do certificado do cliente. É um deslocamento da hora atual.

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

44 -

Executa o melhor esforço para reverter as alterações feitas no host por 'kubeadm init' ou 'kubeadm join'

Sinopse

Executa o melhor esforço para reverter as alterações feitas no host por 'kubeadm init' ou 'kubeadm join'

O comando "reset" executa as seguintes fases:

preflight           Executa as verificações pré-execução do preflight.
remove-etcd-member  Remove um membro etcd local.
cleanup-node        Executa a limpeza do nó.
kubeadm reset [flags]

Opções

--cert-dir string     Padrão: "/etc/kubernetes/pki"

O caminho para o diretório onde os certificados estão armazenados. Se especificado, limpe este diretório.

--cri-socket string

Caminho para o socket CRI se conectar. Se vazio, o kubeadm tentará detectar automaticamente esse valor; use essa opção somente se você tiver mais de um CRI instalado ou se tiver um socket CRI não padrão.

-f, --force

Redefine o nó sem solicitar confirmação..

-h, --help

ajuda para reset

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações cujos erros serão mostrados como avisos. Exemplo: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--skip-phases strings

Lista de fases a serem ignoradas

Opções herdadas do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

45 -

Crie tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando criará um token de inicialização. Você pode especificar os usos para este token, o "tempo de vida" e uma descrição amigável, que é opcional.

O [token] é o token real para gravar. Este deve ser um token aleatório gerado com segurança da forma "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}". Se nenhum [token] for fornecido, o kubeadm gerará um token aleatório.

kubeadm token create [token]

Opções

--certificate-key string

Quando usado em conjunto com '--print-join-command', exibe a flag completa 'kubeadm join' necessária para se unir ao cluster como um nó de camada de gerenciamento. Para criar uma nova chave de certificado, você deve usar 'kubeadm init phase upload-certs --upload-certs'.

--config string

Caminho para o arquivo de configuração kubeadm.

--description string

Uma descrição amigável de como esse token é usado.

--groups strings     Padrão: "system:bootstrappers:kubeadm:default-node-token"

Grupos extras que este token autenticará quando usado para autenticação. Deve corresponder "\Asystem:bootstrappers:[a-z0-9:-]{0,255}[a-z0-9]\z"

-h, --help

ajuda para create

--print-join-command

Em vez de exibir apenas o token, exibe a flag completa 'kubeadm join' necessária para se associar ao cluster usando o token.

--ttl duração     Padrão: 24h0m0s

A duração antes do token ser excluído automaticamente (por exemplo, 1s, 2m, 3h). Se definido como '0', o token nunca expirará

--usages strings     Padrão: "signing,authentication"

Descreve as maneiras pelas quais esse token pode ser usado. Você pode passar --usages várias vezes ou fornecer uma lista de opções separada por vírgulas. Opções válidas: [signing,authentication]

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

46 -

Excluir tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando excluirá uma lista de tokens de inicialização para você.

O [token-value] é um Token completo na forma "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}" ou o ID do Token na forma "[a-z0-9]{6}" a ser excluído.

kubeadm token delete [token-value] ...

Opções

-h, --help

ajuda para delete

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

47 -

Gere e exiba um token de inicialização, mas não o crie no servidor

Sinopse

Este comando exibirá um token de inicialização gerado aleatoriamente que pode ser usado com os comandos "init" e "join".

Você não precisa usar este comando para gerar um token. Você pode fazer isso sozinho, desde que esteja no formato "[a-z0-9]{6}.[a-z0-9]{16}". Este comando é fornecido por conveniência para gerar tokens no formato fornecido.

Você também pode usar "kubeadm init" sem especificar um token e ele gerará e exibirá um para você.

kubeadm token generate [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para generate

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

48 -

Liste tokens de inicialização no servidor

Sinopse

Este comando listará todos os tokens de inicialização para você

kubeadm token list [flags]

Opções

--allow-missing-template-keys     Padrão: true

Se verdadeiro (true), ignora quaisquer erros nos modelos quando um campo ou chave de mapa estiver faltando no modelo. Aplica-se apenas aos formatos de saída golang e jsonpath.

-o, --experimental-output string     Padrão: "text"

Formato de saída. Valores válidos: text|json|yaml|go-template|go-template-file|template|templatefile|jsonpath|jsonpath-as-json|jsonpath-file.

-h, --help

ajuda para list

--show-managed-fields

Se verdadeiro (true), mantém os managedFields ao exibir os objetos no formato JSON ou YAML.

Opções herdadas dos comandos superiores

--dry-run

Ativar ou não o modo de execução dry-run

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, um conjunto de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

49 -

Use este comando para invocar uma fase única do fluxo de trabalho do nó

Sinopse

Use este comando para invocar uma fase única do fluxo de trabalho do nó

Opções

-h, --help

ajuda para fase

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

50 -

Atualiza a instância da camada de gerenciamento instalada nesse nó, se houver

Sinopse

Atualiza a instância da camada de gerenciamento instalada nesse nó, se houver

kubeadm upgrade node phase control-plane [flags]

Opções

--certificate-renewal     Padrão: true

Executa a renovação dos certificados usados pelo componente alterado durante as atualizações.

--dry-run

Não altera nenhum estado, apenas produz as ações que seriam executadas.

--etcd-upgrade     Padrão: true

Atualiza o etcd.

-h, --help

ajuda para o comando control-plane

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, uma série de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

--patches string

O caminho para um diretório que contém arquivos chamados "target[suffix][+patchtype].extension". Por exemplo, "kube-apiserver0+merge.yaml" ou apenas "etcd.json". "target" são "kube-apiserver", "kube-controller-manager", "kube-scheduler", "etcd". "patchtype" pode ser um dos "strategic", "merge" or "json"e eles correspondem aos formatos de patch suportados pelo kubectl. O padrão "patchtype" é "strategic". "extension" deve ser "json" ou "yaml". "suffix" é uma string opcional que pode ser usada para determinar a ordem de aplicação dos patches alfanumericamente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

51 -

Atualize a configuração do kubelet para este nó

Sinopse

Baixa no cluster o ConfigMap de configuração do kubelet no formato "kubelet-config-1.X", onde X é a menor versão do kubelet. O kubeadm usa o campo KuberneteVersion no ConfigMap kubeadm-config para determinar qual é a versão desejada do kubelet.

kubeadm upgrade node phase kubelet-config [flags]

Opções

--dry-run

Não altera nenhum estado, apenas produz as ações que seriam executadas.

-h, --help

ajuda para kubelet-config

--kubeconfig string     Padrão: "/etc/kubernetes/admin.conf"

O arquivo kubeconfig a ser usado para se comunicar com o cluster. Se a flag não estiver definida, uma série de locais predefinidos pode ser pesquisado por um arquivo kubeconfig existente.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

52 -

Execute verificações antes de atualização do nó

Sinopse

Execute verificações antes de atualização do nó

kubeadm upgrade node phase preflight [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para preflight

--ignore-preflight-errors strings

Uma lista de verificações cujos erros serão mostrados como avisos. Exemplo: 'IsPrivilegedUser,Swap'. O valor 'all' ignora erros de todas as verificações.

Opções herdadas dos comandos superiores

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

53 -

Exibe a versão do kubeadm

Sinopse

Exibe a versão do kubeadm

kubeadm version [flags]

Opções

-h, --help

ajuda para version

-o, --output string

Formato de saída; as opções disponíveis são 'yaml', 'json' e 'short'

Opção herdada do comando superior

--rootfs string

[EXPERIMENTAL] O caminho para o 'real' sistema de arquivos raiz do host.

54 - Ferramentas

O Kubernetes contém várias ferramentas internas para ajudá-lo a trabalhar com o sistema Kubernetes.

Kubectl

kubectl é a ferramenta de linha de comando para o Kubernetes. Ela controla o gerenciador de cluster do Kubernetes.

Kubeadm

kubeadm é a ferramenta de linha de comando para provisionar facilmente um cluster Kubernetes seguro sobre servidores físicos ou na nuvem ou em máquinas virtuais (atualmente em alfa).

Minikube

minikube é uma ferramenta que facilita a execução local de um cluster Kubernetes de nó único em sua estação de trabalho para fins de desenvolvimento e teste.

Dashboard

Dashboard, a interface Web do Kubernetes, permite implantar aplicativos em contêiner em um cluster do Kubernetes, solucionar problemas e gerenciar o cluster e seus próprios recursos.

Helm

Kubernetes Helm é uma ferramenta para gerenciar pacotes de recursos pré-configurados do Kubernetes, também conhecidos como Kubernetes charts.

Use o Helm para:

  • Encontrar e usar softwares populares empacotados como Kubernetes charts
  • Compartilhar seus próprios aplicativos como Kubernetes charts
  • Criar builds reproduzíveis de seus aplicativos Kubernetes
  • Gerenciar de forma inteligente os arquivos de manifesto do Kubernetes
  • Gerenciar versões dos pacotes Helm

Kompose

Kompose é uma ferramenta para ajudar os usuários do Docker Compose a migrar para o Kubernetes.

Use o Kompose para:

  • Converter um arquivo Docker Compose em objetos Kubernetes
  • Ir do desenvolvimento local do Docker ao gerenciamento de seu aplicativo via Kubernetes
  • Converter arquivos yaml do Docker Compose v1 ou v2 ou Bundles de Aplicativos Distribuídos